O Mistério de Hermoraz
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O Mistério de Hermoraz
Aqui estarão expostas nos próximos dias a aventura "O Mistério de Hermoraz", que será uma história passada no continente de Virmuten apresentando aos jogadores os novos e velhos temores por trás da Guerra Ideológica, demonstrando as diversas faces que esta guerra pode ter, e derrubará conceitos prévios que os jogadores têm a respeito das ideologias e suas inuméricas relações.
Preparem-se.
Organização inicial:
Primeiro estará um post com o prelúdio de cada um dos "núcleos de personagens" que previamente sinalizei, onde histórias que eles viveram nos últimos tempos serão fechadas deixando brecha para novas situações emocionanantes.
Os jogadores não devem postar nada por enquanto, mas peço que, caso hajam problemáticas de conceito do personagem nesta pequena introdução, entrem em contato comigo por PM ou e-mail, que todos já devem possuir.
Orientações Gerais:
- Leiam pelo menos o turno do seu núcleo, mesmo que o turno do outro personagem de seu núcleo não esteja influenciando no seu, mais cedo ou mais tarde as informações poderão se cruzar.
- Lembrem-se: o turno de cada núcleo só rodará quando todos os que estiverem no mesmo responderem. Portanto, cabe a vocês cobrarem a resposta dos demais participantes de seu núcleo.

Preparem-se.
Organização inicial:
Primeiro estará um post com o prelúdio de cada um dos "núcleos de personagens" que previamente sinalizei, onde histórias que eles viveram nos últimos tempos serão fechadas deixando brecha para novas situações emocionanantes.
Os jogadores não devem postar nada por enquanto, mas peço que, caso hajam problemáticas de conceito do personagem nesta pequena introdução, entrem em contato comigo por PM ou e-mail, que todos já devem possuir.
Orientações Gerais:
- Leiam pelo menos o turno do seu núcleo, mesmo que o turno do outro personagem de seu núcleo não esteja influenciando no seu, mais cedo ou mais tarde as informações poderão se cruzar.
- Lembrem-se: o turno de cada núcleo só rodará quando todos os que estiverem no mesmo responderem. Portanto, cabe a vocês cobrarem a resposta dos demais participantes de seu núcleo.
Última edição por Isav Damnatus dia Dom Maio 17 2009, 13:32, editado 2 vezes
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"Faça você mesmo o produto que venderá aos demônios, quando eles subirem à Terra e reivindicarem o trono do novo Inferno!"


Não gente, Meu avatar e esta imagem não têm nada a ver com o meu personagem. Ora.. não se pode mais gostar de DarkStalkers?!

Isav Damnatus- Marílico

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Data de inscrição: 06/11/2007

Clifistas
Rhavalon:
Rhavalon está apreensivo, afinal, guardava consigo o objeto de desejo de um poderosíssimo e maligno ser: Rul’Ganus! Sem ter idéia do que fazer, seu coração dispara ao confrontar com uma imagem que emerge da penumbra: um ser de grande estatura, muitos músculos cobertos por uma pelagem densa oculta em algumas partes por pedaços de tecido negro de um manto. No topo de sua cabeça, dois chifres muito bem alinhados. E em seu peito esquerdo, um símbolo que qualquer clifista com um mínimo de conhecimento geral reconheceria: O Brasão trifurcado do Eixo do Casco. Após apresentações, Rhavalon é convencido pelo Tauros de seguir com ele para a Cordilheira Virmutina, Fortaleza do Alto Conselho do Eixo do Casco, a maior e mais segura construção de Neutral.
Depois de alguns meses de viagem, Rhavalon adentra a fortaleza do Eixo e sente paz, confiança, determinação e bravura em sua mente. Mas esta sensação não parecia ser nova, parecia que sempre estivera dentro de si, porém só agora fora desperta. Rhavalon descobriria depois de alguns dias, que aquela sensação era sua fé em sua força interior inspirada pela presença do Alto Conselho do Eixo do Casco. Rhavalon entende sua missão como clifista e que aquela era mesmo seu verdadeiro destino em qualquer plano que pudesse viver.
No tempo que passou na cordilheira, aprendeu um pouco mais sobre os planos Clifistas para o mundo, tomou conhecimento dos avanços Marílicos e sobre o perigo que o mundo corria. Ele então é designado para uma missão que apenas um ser com o Mizuna Desperto dentro de si a tanto tempo poderia fazer: liderar o resgate de um clifista que estaria preso sob custódia de marílicos e que possuia conhecimento a respeito dos planos recentes dos marílicos para Guitoria. Compreendendo sua nobre missão, Rhavalon parte levando consigo um pequeno batalhão de Soldados muito bem treinados na Escola de Armas Ligtron.
Chegando em Guitoria, o progresso silencioso do pequeno grupo foi rápido. Uma ação intensiva e pouco divulgada como aquela era muito eficiente, mesmo em terreno inimigo. Rhavalon, durante a ação, lembra-se de um sonho distante, no qual era sua missão resgatar um clifista com informações a respeito da conquista de uma cidade, que estava sendo flanqueado por um exército marílico que atacava uma catedral Teryonista.
Ellioth:
Enquanto isso, Ellioth ouvia gargalhadas e deboches a respeito de como foi fácil montar um circo para enganar Teryonistas. Apreensivo, o renegado se desesperava, afinal, se os marílicos descobrissem que ele era um ser com asas de artanin, mesmo que não teryonista, sofreria o mesmo que um celestial sofreria. É neste momento de angústia que vem a sua mente quatro vozes, que, em uníssono, falam que ele deve se acalmar e relaxar, pois, dentro em breve, heróis Clifistas o salvariam. Os dias se passavam e nenhum sinal do tal resgate se mostrava. Foi em uma noite em que marílicos comemoravam alguma conquista escusa que Ellioth viu que a salvação chegava: A porta de seu cativeiro é estourada por um corpo moribundo de seu carcereiro. Atrás do estrondo, 3 tauros, 2 capris, 2 "aparentemente humanos" e 3 metamorfos do grande felino surgiram - todos carregando o brasão do Eixo do Casco. Como que Ellioth conhecia aquele símbolo, ele não se recordava, mas sem dúvida sabia que era do Eixo do Casco. Um dos humanos, que possuía aparência bastante distinta - longos cabelos cinzentos e escuros,com duas pontas mais escurecidas nas laterais de sua cabeça apontando para cima semelhante a orelhas - carregava um semi-círculo dourado no peito indicando sua liderança na incursão o libertou. Ellioth, que fora muito maltratado nos últimos meses, tinha forças para se manter em pé sozinho então um dos Tauros o pega no colo.
Ambos:
O retorno até a Cordilheira virmutina foi relativamente fácil, pois uma tropa de Tenkans foi designada para trazer o grupo de volta o mais rápido possível. Levou algumas semanas até que Ellioth se recuperasse completamente. Neste tempo, Rhavalon recebe algumas premiações pela ação bem sucedida e menções honrosas. Os dias se passam enquanto Ellioth é interrogado a respeito de informações que não se recordava. Os Seikan determinaram por fim que suas lembranças foram apagadas de forma irreversível por algum Seikan poderoso.
O dia de reapresentação de Ellioth ao Alto Conselho do Eixo do Casco chega. Rhavalon e os outros 9 heróis de Ellioth são convocados para a tribuna de honra para a recepção do refém. Após as comemorações, Rhavalon e Ellioth recebem uma carta que, entre elogios e congratulações, está uma convocação para uma nova missão, porém sem informar o teor e nem o objetivo dela. O que resta a ambos é comparecer ao local no dia indicado. E é isto que eles fariam, os dias que antecediam o dia da convocação eram de tensão e ansiedade. Todos para os quais os dois questionaram tinham a mesma postura: bem, se o teor não foi revelado, o perigo é grande e a glória seria maior ainda.

Próximo capítulo: O Dia da Convocação.
Rhavalon está apreensivo, afinal, guardava consigo o objeto de desejo de um poderosíssimo e maligno ser: Rul’Ganus! Sem ter idéia do que fazer, seu coração dispara ao confrontar com uma imagem que emerge da penumbra: um ser de grande estatura, muitos músculos cobertos por uma pelagem densa oculta em algumas partes por pedaços de tecido negro de um manto. No topo de sua cabeça, dois chifres muito bem alinhados. E em seu peito esquerdo, um símbolo que qualquer clifista com um mínimo de conhecimento geral reconheceria: O Brasão trifurcado do Eixo do Casco. Após apresentações, Rhavalon é convencido pelo Tauros de seguir com ele para a Cordilheira Virmutina, Fortaleza do Alto Conselho do Eixo do Casco, a maior e mais segura construção de Neutral.
Depois de alguns meses de viagem, Rhavalon adentra a fortaleza do Eixo e sente paz, confiança, determinação e bravura em sua mente. Mas esta sensação não parecia ser nova, parecia que sempre estivera dentro de si, porém só agora fora desperta. Rhavalon descobriria depois de alguns dias, que aquela sensação era sua fé em sua força interior inspirada pela presença do Alto Conselho do Eixo do Casco. Rhavalon entende sua missão como clifista e que aquela era mesmo seu verdadeiro destino em qualquer plano que pudesse viver.
No tempo que passou na cordilheira, aprendeu um pouco mais sobre os planos Clifistas para o mundo, tomou conhecimento dos avanços Marílicos e sobre o perigo que o mundo corria. Ele então é designado para uma missão que apenas um ser com o Mizuna Desperto dentro de si a tanto tempo poderia fazer: liderar o resgate de um clifista que estaria preso sob custódia de marílicos e que possuia conhecimento a respeito dos planos recentes dos marílicos para Guitoria. Compreendendo sua nobre missão, Rhavalon parte levando consigo um pequeno batalhão de Soldados muito bem treinados na Escola de Armas Ligtron.
Chegando em Guitoria, o progresso silencioso do pequeno grupo foi rápido. Uma ação intensiva e pouco divulgada como aquela era muito eficiente, mesmo em terreno inimigo. Rhavalon, durante a ação, lembra-se de um sonho distante, no qual era sua missão resgatar um clifista com informações a respeito da conquista de uma cidade, que estava sendo flanqueado por um exército marílico que atacava uma catedral Teryonista.
Ellioth:
Enquanto isso, Ellioth ouvia gargalhadas e deboches a respeito de como foi fácil montar um circo para enganar Teryonistas. Apreensivo, o renegado se desesperava, afinal, se os marílicos descobrissem que ele era um ser com asas de artanin, mesmo que não teryonista, sofreria o mesmo que um celestial sofreria. É neste momento de angústia que vem a sua mente quatro vozes, que, em uníssono, falam que ele deve se acalmar e relaxar, pois, dentro em breve, heróis Clifistas o salvariam. Os dias se passavam e nenhum sinal do tal resgate se mostrava. Foi em uma noite em que marílicos comemoravam alguma conquista escusa que Ellioth viu que a salvação chegava: A porta de seu cativeiro é estourada por um corpo moribundo de seu carcereiro. Atrás do estrondo, 3 tauros, 2 capris, 2 "aparentemente humanos" e 3 metamorfos do grande felino surgiram - todos carregando o brasão do Eixo do Casco. Como que Ellioth conhecia aquele símbolo, ele não se recordava, mas sem dúvida sabia que era do Eixo do Casco. Um dos humanos, que possuía aparência bastante distinta - longos cabelos cinzentos e escuros,com duas pontas mais escurecidas nas laterais de sua cabeça apontando para cima semelhante a orelhas - carregava um semi-círculo dourado no peito indicando sua liderança na incursão o libertou. Ellioth, que fora muito maltratado nos últimos meses, tinha forças para se manter em pé sozinho então um dos Tauros o pega no colo.
Ambos:
O retorno até a Cordilheira virmutina foi relativamente fácil, pois uma tropa de Tenkans foi designada para trazer o grupo de volta o mais rápido possível. Levou algumas semanas até que Ellioth se recuperasse completamente. Neste tempo, Rhavalon recebe algumas premiações pela ação bem sucedida e menções honrosas. Os dias se passam enquanto Ellioth é interrogado a respeito de informações que não se recordava. Os Seikan determinaram por fim que suas lembranças foram apagadas de forma irreversível por algum Seikan poderoso.
O dia de reapresentação de Ellioth ao Alto Conselho do Eixo do Casco chega. Rhavalon e os outros 9 heróis de Ellioth são convocados para a tribuna de honra para a recepção do refém. Após as comemorações, Rhavalon e Ellioth recebem uma carta que, entre elogios e congratulações, está uma convocação para uma nova missão, porém sem informar o teor e nem o objetivo dela. O que resta a ambos é comparecer ao local no dia indicado. E é isto que eles fariam, os dias que antecediam o dia da convocação eram de tensão e ansiedade. Todos para os quais os dois questionaram tinham a mesma postura: bem, se o teor não foi revelado, o perigo é grande e a glória seria maior ainda.

Próximo capítulo: O Dia da Convocação.
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"Faça você mesmo o produto que venderá aos demônios, quando eles subirem à Terra e reivindicarem o trono do novo Inferno!"


Não gente, Meu avatar e esta imagem não têm nada a ver com o meu personagem. Ora.. não se pode mais gostar de DarkStalkers?!

Isav Damnatus- Marílico

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Re: O Mistério de Hermoraz
Alicia, Aryane e Okami:
A batalha está para se intensificar, quando um perfume silvestre chega com uma brisa. As Namuzyanas de certo já ouviram histórias onde esta mesma cena se repetia - era a chegada do ser que, na concepção das Namuzyanas, mais se aproximavam da Grande Mãe: Dríades. As árvores ao redor do local se chacoalhavam, folhas aos poucos eram liberadas de suas copas e seguiam na direção do constructo se estava a frente do grupo. Ao tocar seu corpo, era como se as folhas grudassem. O vento se intensifica e logo o constructo está tomado por folhas. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, uma grande raiz em formato de duas mãos o agarra e puxa para o solo. Todos escutam uma voz maternal permear a mente. A voz hipnotiza a todos com seu timbre e todos se vêem fazendo tudo o que a voz dizia. Eles abaixam suas armas e seguem numa direção inusitada sem forças para resistir. Logo, sua visão se escurece e nada mais é visível ou audível.
Todos despertam com uma melodia agradável. Okami em especial julga que aquele era o mais belo canto que ouvira, o que lhe é estranho é a impressão de já tê-lo ouvido antes. Todos estão em camas separadas, McSlaine não está ali. O aposento que se encontram é feito de folhas secas e galhos trançados. O cheiro ali é o mesmo que veio junto com a batalha, o que faz com que Alicia se pusesse em alerta. A fonte do som vem se aproximando da porta, que se abre revelando uma raposa! "Olá, meus queridos" diz a raposa no mesmo timbre que ouviram em suas mentes durante a batalha. "Sejam muito bem vindos à Aldeia das Raposas Imortais!" Alicia então dá um salto da cama, afinal, teria sido finalmente pêga pelos crimes juvenis? Apenas depois de muita conversa e discussão, que a meio-dríade se tranquiliza e descobre que seus crimes não são relevantes para aquele povo. Okami e Aryane descobrem enfim que estão no Eixo Verde de Virmuten, mais precisamente na Floresta Vantiks. As Namuzyanas já ouviram falar daquele lugar, diziam que aquela pequena aldeia de elfos possuía um gigantesco totem de Raposa situada no centro dela. Logo os heróis vêem o totem, que se aproxima dos 4 metros de altura e representa a união entre as duas Raças. Mas a pergunta óbvia que ronda a cabeça dos heróis é: o que afinal estão fazendo ali? Quando a pergunta soa pela primeira vez, a porta torna a se abrir e entra uma elfa ruiva no local. A raposa olha para a elfa que, com um sorriso no rosto, balança a cabeça positivamente. A raposa então chama as duas Namuzyanas para fora do local e, de alguma forma, o pedido soa razoável às duas, que saem sem questionar muito. Quando elas saem o olhar da Elfa que focava o cajado rústico de madeira em suas mãos volta-se para Okami, os olhos dela parecem gerar uma sensação dentro do peito do Ninvele que nunca havia sentido antes.
No lado externo, a raposa explica para as duas que um centauro ancestral que vive na floresta enlouqueceu nos últimos tempos. Com isso as vilas da floresta estão sendo ameaçadas pelo centauro, pois ele tem atacado todos aqueles que saem de perto de suas aldeias. Esta notícia trás muitas lembranças a Alicia, algumas boas, outras más. A raposa continua dizendo que Mariahi, a elfa que acabara de entrar no quarto que sairam, sugeriu que as duas fossem convocadas para ajudar. Mariahi tem contatos pelo mundo e estes divulgaram a fama de ambas. Ela trata de explicar que os próprios moradores da vila não poderiam ir dar um jeito no centauro, pois isto poderia ser interpretado como uma baixa na guarda do lugar pelos vizinhos marílicos, que de certo atacariam. É então que as três, raposa, meia-dríade e híbrida chegam em frente ao totem, onde se encontram um meio-elfo jovem de olhar destemido e um tanto quanto atrevido, um elfo ruivo levando um pedaço de tronco como escudo e uma garotinha humana de cabelos negros e aproximadamente 6 anos as observam ansiosos.
Próximo capítulo: A mãe, o pai e as filhas.
A batalha está para se intensificar, quando um perfume silvestre chega com uma brisa. As Namuzyanas de certo já ouviram histórias onde esta mesma cena se repetia - era a chegada do ser que, na concepção das Namuzyanas, mais se aproximavam da Grande Mãe: Dríades. As árvores ao redor do local se chacoalhavam, folhas aos poucos eram liberadas de suas copas e seguiam na direção do constructo se estava a frente do grupo. Ao tocar seu corpo, era como se as folhas grudassem. O vento se intensifica e logo o constructo está tomado por folhas. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, uma grande raiz em formato de duas mãos o agarra e puxa para o solo. Todos escutam uma voz maternal permear a mente. A voz hipnotiza a todos com seu timbre e todos se vêem fazendo tudo o que a voz dizia. Eles abaixam suas armas e seguem numa direção inusitada sem forças para resistir. Logo, sua visão se escurece e nada mais é visível ou audível.
Todos despertam com uma melodia agradável. Okami em especial julga que aquele era o mais belo canto que ouvira, o que lhe é estranho é a impressão de já tê-lo ouvido antes. Todos estão em camas separadas, McSlaine não está ali. O aposento que se encontram é feito de folhas secas e galhos trançados. O cheiro ali é o mesmo que veio junto com a batalha, o que faz com que Alicia se pusesse em alerta. A fonte do som vem se aproximando da porta, que se abre revelando uma raposa! "Olá, meus queridos" diz a raposa no mesmo timbre que ouviram em suas mentes durante a batalha. "Sejam muito bem vindos à Aldeia das Raposas Imortais!" Alicia então dá um salto da cama, afinal, teria sido finalmente pêga pelos crimes juvenis? Apenas depois de muita conversa e discussão, que a meio-dríade se tranquiliza e descobre que seus crimes não são relevantes para aquele povo. Okami e Aryane descobrem enfim que estão no Eixo Verde de Virmuten, mais precisamente na Floresta Vantiks. As Namuzyanas já ouviram falar daquele lugar, diziam que aquela pequena aldeia de elfos possuía um gigantesco totem de Raposa situada no centro dela. Logo os heróis vêem o totem, que se aproxima dos 4 metros de altura e representa a união entre as duas Raças. Mas a pergunta óbvia que ronda a cabeça dos heróis é: o que afinal estão fazendo ali? Quando a pergunta soa pela primeira vez, a porta torna a se abrir e entra uma elfa ruiva no local. A raposa olha para a elfa que, com um sorriso no rosto, balança a cabeça positivamente. A raposa então chama as duas Namuzyanas para fora do local e, de alguma forma, o pedido soa razoável às duas, que saem sem questionar muito. Quando elas saem o olhar da Elfa que focava o cajado rústico de madeira em suas mãos volta-se para Okami, os olhos dela parecem gerar uma sensação dentro do peito do Ninvele que nunca havia sentido antes.
No lado externo, a raposa explica para as duas que um centauro ancestral que vive na floresta enlouqueceu nos últimos tempos. Com isso as vilas da floresta estão sendo ameaçadas pelo centauro, pois ele tem atacado todos aqueles que saem de perto de suas aldeias. Esta notícia trás muitas lembranças a Alicia, algumas boas, outras más. A raposa continua dizendo que Mariahi, a elfa que acabara de entrar no quarto que sairam, sugeriu que as duas fossem convocadas para ajudar. Mariahi tem contatos pelo mundo e estes divulgaram a fama de ambas. Ela trata de explicar que os próprios moradores da vila não poderiam ir dar um jeito no centauro, pois isto poderia ser interpretado como uma baixa na guarda do lugar pelos vizinhos marílicos, que de certo atacariam. É então que as três, raposa, meia-dríade e híbrida chegam em frente ao totem, onde se encontram um meio-elfo jovem de olhar destemido e um tanto quanto atrevido, um elfo ruivo levando um pedaço de tronco como escudo e uma garotinha humana de cabelos negros e aproximadamente 6 anos as observam ansiosos.
Próximo capítulo: A mãe, o pai e as filhas.
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"Faça você mesmo o produto que venderá aos demônios, quando eles subirem à Terra e reivindicarem o trono do novo Inferno!"


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