Crônicas do Materyalis: Os novos símbolos das ideologias

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Crônicas do Materyalis: Os novos símbolos das ideologias

Mensagem por A Lenda de Materyalis em Qui Set 25 2014, 14:16

Os novos símbolos das ideologias

Com a aproximação do lançamento do livro 0, em dezembro, mudanças consideráveis estão correndo em todo o conteúdo d'A Lenda de Materyalis. Entre eles, o projeto de identidade visual, que agora tem o designer Ranier Abreu (personagem Fallen) como responsável. Ele não só deu uma nova cara aos símbolos, como também trouxe mais personalidade as ideias mostradas por cada ideologia, aprofundando-se no histórico de cada uma com um conceito bem elaborado.  

No texto de hoje, exibirei o trabalho realizado por Ranier, explicando sobre o motivo pelo qual cada símbolo ideológico foi feito. Conforme a atualização do layout do fórum, que será realizado por Rodrigo da Costa (personagem Käv no livro 2), todos os locais onde os símbolos antigos foram disponibilizados também serão substituídos.

As imagens dos símbolos podem ser vistas e salvas em nossa página do Facebook: www.facebook.com/lendamateryalis

Confiram:

TERYONISMO

O novo conceito da ideologia mostra as cinco pontas da Estrela Venir, o astro que ilumina o Etrenon, e uma forma circular ao centro e no topo da arte, que simboliza a ideia do olhar pleno de Materyon nos planos físicos e espirituais. A cor dourada  mostra a luz de Venir, e o azul o céu, ponto mais alto do universo onde se localiza o paraíso das almas e a presença do deus benévolo. 



MARILISMO

O símbolo retrata uma provocação ao estandarte teryonista, mostrando a mesma ideia da visão superior de um zhânrir. Porém, o círculo no topo representa o olho de Marilis, que enxerga o marisinkro em todos os seres e os corrompe de sua posição altiva. A cor vermelha simboliza o tom do fogo e do ambiente inférlico, assim como a maldade propagada pelo deus maligno nas almas dos seres.  



CLIFISMO

A ideia de busca pelo poder é fortemente mostrada neste símbolo. Kyobencliff idealizava que o aprimoramento máximo das capacidades dos seres vivos era o único artifício viável para um dia alcançar o nível dos zhânrirs, podendo assim destruí-los e libertar as criaturas de suas ideias contraditórias. Repare que o símbolo cria um rompimento entre duas formas nas laterais, onde no centro há um caminho de ascenção através das dens, simbolizados de forma abstrata através da trilha que leva ao topo. A estrutura em formato de chifre simboliza os planos e a quebra deles junto aos deuses, ou seja, a capacidade de acensão para diversos mundos, sejam carnais ou espirituais, sem a dependência da vontade dos zhânrirs. A cor cinza representa a evasão, naturalmente relativa a fuga buscada pelos clifistas da dominação das divindades.  



EMYLISMO

A ideia central do emylismo, o equilíbrio, pode ser vista de duas formas específicas no novo símbolo. A primeira, a ideia de uma balança, unindo-se especialmente a segunda, que traz uma forma feminina, pelo fato da ideologia ter sido criada por uma artaninfola (no caso, Emylia). Repare que a ideia também cria a forma de asas, componentes corporais comuns nos seres caídos do Etrenon, enquanto as balanças são mostradas para cima ou para baixo de acordo com a conveniência universal. A cor verde clara representa o equilíbrio.



RIMERTISMO

A ideia dos interesses próprios passa mais representativamente por seu precursor, Rimerthon, que exemplificou ao mundo seu onjetivo construído sem a interferência direta de influências da guerra. No caso de Rimerthon, a ideia mostrada baseia-se na aquisição de riquezas. A ideia foi pensada em cima de uma cifra, usada por ele para marcar as moedas de ouro que usava para pagar aos seus serviçais, que futuramente tornaram-se mercenários. Como seu patrimônio espalhou-se pelo mundo inteiro, construiu-se um conceito mais "oriental" na composição, onde o ouro cunhado pelos primeiros rimertistas espalhava-se por lugares diversos, incluindo desertos, para a consolidação extensiva de diversas posses. Assim, no centro, pode-se ver um "R" baseado no conceito de caracteres árabes, com estilo de pincelada. Os chanfros nas duas partes da moeda serviam também como chave para a entrada de refúgios rimertistas, construídos para diversos fins, não restritos apenas a guarda de riqueza, apesar de muito usado para este fim. No livro 0, o nome da moeda é chamado "rimeira". O amarelo simboliza riqueza ou a própria prosperidade, nem sempre ligada a aquisição de bens materiais, mas a uma vida confortável de acordo com os próprios desejos.  



NAMUZISMO

O amor por Nara-Lan é representado por uma forma feminina, logicamente relativa a ideia de "grande mãe", mesclada a uma árvore, que representa o corpo da deusa, ou a própria natureza, também mostrada pela cor verde.  



MOMBRANISMO

A ideia da simbologia óbvia da alquimia e estudo foi substituída por uma fórmula em ideograma criado pelos irmãos Hido e Luna Mombran, que prova a existência de diversos mundos paralelos, puramente relativos ao conceito do kalaidrin como alicerce dos planos sem a existência de deuses. As formas geométricas e os círculos mostram como os mundos se relacionam entre si, através do chamado "eixo kalaidrino" (imagem projetada entre as diversas esferas no esquema), que diferentemente da crença de outras ideologias, não simboliza a imagem de uma divindade, mas sim, uma fonte de energia que os sustenta. A cor marrom significa o realismo e a estabilidade das ideias.

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