Pântano Rorsch - A Fonte da Vida

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Pântano Rorsch - A Fonte da Vida

Mensagem por Ali Alkahaz em Qui Fev 11 2016, 19:12

Nome do Lugar: A Fonte da Vida
 
Amplitude: Aproximadamente 10000 m²
 
Histórico: Este lugar foi construído depois que a comunidade de vampiros percebeu que o método da caçada em cidades vizinhas além de despertar muita animosidade indesejada era muito pouco prático e despendia muito tempo como o próprio rei Elmo percebeu antes de ser banido e formar sua própria sociedade. Por isso, tendo em mente aquele pensamento de que ele se alimentava de humanos assim como os humanos se alimentavam de outros animais o monarca pensou em fazer como os humanos faziam, construiria uma fazenda para ter seu alimento ao alcance da mão de maneira controlada e até fazer com que o gado se reproduza renovando sempre o estoque. É disso que se trata a Fonte da Vida.
 
Lá as pessoas são sequestradas e colocadas num grande cercado alto e lá dentro eles têm um mínimo de liberdade para circular, mas qualquer indício de briga é logo neutralizado por esqueletos que rondam o lugar para garantir que a carga tão preciosa de seus superiores não sofra nenhum dano sério. Os humanos, elfos da terra, elfos do céu e meio elfos que estão presos ali, sim essas são as únicas raças das quais os vampiros do Pântano gostam de se alimentar, são alimentados em parte com a comida produzida pela família Rorsch que divide tudo o que produz como parte do tributo estabelecido no pacto de não-agressão.
 
Desde cedo os encarcerados são estimulados e de certa forma até forçados a deixar descendência. Para acelerar esse processo, afinal um lugar lamacento e fedorento não é o ambiente mais propício ao surgimento do amor e da paixão, alguns vampiros dotados do poder da feitiçaria e da alquimia incrementam a ração e a água dos encarcerados com o que eles chamam de “poção do amor” o que de fato é um afrodisíaco hipnótico.
 
Atentando ao detalhe dos elfos do céu que não são nativos da redondeza. Eles são trazidos como mercadoria e vendidos aos vampiros como iguaria pelo povo da cidade de Nerferi com quem que eles têm uma aliança e tratado de comércio. Quando a Cidadela dos Ossos estava sendo erguida, uma elfa chamada Nialta que mais tarde seria a primeira e única rainha Nerferina, desceu ao terokron e lá conheceu Elmodore, com quem fez amizade e foi iniciada no caminho do Marilismo. Desde então os dois estabeleceram comunicação entre seus domínios e mesmo depois da morte da monarca as Famílias do Senado acharam prudente não cortar relações diplomáticas com o vampiro, pois ambos os lugares eram de certa forma frágeis e poderiam se fortalecer contra seus vizinhos se unindo.  
 
Os funcionários, por assim dizer que mais lidam com o “gado” são os zumbis e estes são escolhidos a dedo. São a única exceção a regra da aparência horrenda ditada pelo rei do pântano. Estes mortos-vivos geralmente são transformados assim que morrem sofrendo o mínimo de mácula em seus corpos para que depois de reanimados os cadáveres pareçam familiares, pois no fim de tudo, bem ou mal aqueles zumbis eram conhecidos das pessoas que estavam lá dentro, isso faz da convivência lá dentro algo menos penoso para alguns, embora muito cruel para outros, pois os que saem da vala devido ao ritual especial de animação de Lesasta voltam como pessoas bem mais cruéis do que antes.

Características Populacionais: Aqui estão humanos, elfos da terra, meio elfos, e elfos do céu, estes em menor número, pois são especiarias servidas ao rei Elmodore pela cidade de Nerferi. Além destes há ainda os zumbis que trabalham como cuidadores servindo comida e tratando de eventuais ferimentos (toda gota de sangue é preciosa demais para ser perdida em ferimentos) e os esqueletos que servem de guardas, ou pastores nesse caso e carcereiros. 

Clima: Por mais que seja danoso à saúde dos seres vivos que moram lá, eles tem que se submeter ao clima úmido e quente do pântano com todos seus insetos e propensões à doenças respiratórias, mas eles não ficam mais do que alguns anos ali então não há grande problema nisso.
 
Características Sócio-Econômicas: Apesar de saber seu triste fim uma vez que adentrem aquele cercado os humanos, elfos e meio-elfos, tentam viver em comunidade com o tempo que lhes resta lá dentro formando famílias embora os não humanos não se misturem muito. Os esqueletos que funcionam como seus carcereiros são habitantes a parte e trocados regularmente. Recebem como pagamento por seus serviços um pertence a sua escolha de uma das vítimas a cada vez que elas saem para servir como alimento aos vampiros. Já os zumbis que servem a comida raramente são pagos por alguma coisa, por algum motivo os esqueletos são mais prestigiados nesse lugar, mas quando o são recebem algo um pouco mais palpável, ajudantes. Um ou dois mortos vivos que lhe devem algum respeito, assim eles constituem um tipo de família. Os zumbis que vem para tratar os humanos e lhes alimentar são trocados com constância para evitar que recebam muitos ajudantes com o passar do tempo.
 
Características Políticas: Ninguém responde pela Fonte da Vida oficialmente. O cativeiro é mantido pelo corpo de carcereiros e eles se reportam por carta, afinal eles não falam, ao seu soberano relatando tudo o que acontece semanalmente, mas uma coisa é certa, ninguém se mete com a comida dos vampiros, se você conseguir passar pelos guardas desencarnados você ainda vai enfrentar os zumbis cuidadores que estão sempre por perto.
 
Características Ideológicas: As ideologias aqui são diversas, apesar de os funcionários serem todos marilistas, os prisioneiros são de várias cidades cada uma com sua ideologia. Este lugar é de suma importância para a manutenção do reino, pois apesar de os vampiros não morrerem de fome se não se alimentarem eles começam a declinar em poder em uma semana e um enfraquecimento da liderança local poderia significar uma brecha para revoltas, por isso ela é tão fortemente guardada por mais de uma centena de zumbis e esqueletos.

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