Aleta

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Aleta

Mensagem por Ali Alkahaz em Qui 18 Fev 2016 - 23:00

Nome do Lugar: Aleta
 
Amplitude: Continente
 
Histórico: Um palco de diversas batalhas da Materja, hoje há certa onda de pacifismo com os países “recém-formados”, mas todos parecem olhar uns para os outros de soslaio com medo de dar as costas e receber uma punhalada certeira de um vizinho menos cortês.
 
Localizado numa porção do oceano cercado de correntes marítimas geladas há chuvas regulares o que corrobora para a exuberância vegetal e animal da maior parte do continente e a consequente riqueza das nações que se estabeleceram ao redor das florestas e ao longo dos rios. Seria tudo muito bom e a beleza das cidades floresceria naturalmente na maior parte do continente se não fosse pelo fanatismo no coração dos seres.
 
Um dos primeiros povos que “surgiram” naquelas terras foram os goblins. Pequenas aldeias gorgronistas estabelecidas nas florestas onde havia remédios, comida e água em abundância. Fizeram seus assentamentos se espalhando como água derramada e depois de um tempo se aglomerando e fixando residência em pontos isolados.
 
Houve, quanto tempo depois não se sabe precisar, o surgimento de populações de anões, gigantes e minotauros. Os primeiros estabeleceram suas comunidades no coração das montanhas, os demais dividiram espaço nas pradarias e planícies onde tinham bastante espaço para montar uma vida pacífica no campo. Minotauros e gigantes com o tempo montaram alianças, pois tinham a mesma ideologia, o clifismo e mesmo com algumas diferenças de ponto de vista, se tornaram uma comunidade essencialmente poderosa, enquanto que os anões iam se aprofundando em segredo no seio da terra em busca de riquezas que saciassem sua ganância por jóias.
 
Depois vieram humanos e elfos terrestres que montaram suas grandes cidades em comunhão separando-se de acordo com as ideologias. Os teryonistas ficaram mais perto da costa ao sul, os marilistas ficaram perto das planícies no centro do continente fazendo uma vizinhança perigosa com os clifistas, mas que a princípio não resultou em nada, pois estes não estavam dispostos a abandonar a vida boa que tinham para guerrear com aquelas criaturas inferiores e ignorantes e aqueles tinham muito medo do poder de seus vizinhos cinzentos para engajar em uma batalha justo quando estava fixando os alicerces de suas nações e por último ficaram os emylistas que não querendo se associar a ninguém foram mais para o leste e o norte perto das florestas. Só uma extensa porção de terra ficou desocupada por uma questão de dificuldade de estabelecimento. Uma região pantanosa enorme que daria origem a um novo poder séculos mais tarde.
 
Conforme todos se desenvolviam e expandiam suas fronteiras, alguns que eram mais alarmistas começaram a perceber que aquela vizinhança, outrora pacífica, apesar das diferenças estava com os dias contados, pois logo haveria um choque entre as ideologias e culturas. Os reis, regentes, governadores e demais líderes locais que tinham um mínimo de cérebro começaram uma corrida armamentista em segredo e mesmo que todos soubessem, ainda assim muitos governos teryonistas e marilistas começaram a comprar dos grandes ferreiros anões que viram naquela guerra iminente a chance de aumentar suas reservas de ouro numa velocidade nunca antes vista iniciou-se um desespero pela compra dos artefatos forjados no interior das montanhas e uma onda de vendas de “autênticas armas anãs” que não passavam que falsificações passíveis de criarem mossas logo no primeiro combate.
 
É irônico observar que quando se espera muito por uma desgraça que lhe parece óbvia e iminente, ela consegue surpreender e continuar sendo inesperadamente devastadora só para que não perdesse seu charme. Um ataque de goblins na calada da noite colocou fogo nos campos dos clifistas e fez questão de deixar algumas bandeiras marilistas a salvo do fogo em lugares onde pudessem ser facilmente vistas. O resultado não foi outro, no alvorecer do dia quando o fogo havia sido combatido o chão tremia e parecia que vinha uma tempestade em meio ao céu ensolarado, pois os minotauros e gigantes começavam sua marcha em direção às cidades marilistas.  
 
Foi um derramamento de sangue sem precedentes. Dia após dia as muralhas dos elfos e dos humanos foram sitiadas e as batalhas campais terminavam como grandes cemitérios a céu aberto, um banquete para os urubus e vermes.
 
Como se não bastasse, houve um grande erro de comunicação combinada com a histeria da guerra que pela primeira vez mostrava sua face voraz naquelas paragens e Cyultar, a grande nação litorânea dos teryonistas entendeu aquela declaração de guerra dos clifistas como o início de uma campanha contra os deuses e para não serem pegos de guarda baixa como seus vizinhos do interior resolveram levar a guerra à casa dos cinzentos e os Condados de Lunthur que acabaram de se recuperar de um grande incêndio já estavam sob ataque mais uma vez.
 
A sorte, no entanto, sorriu para os clifistas que receberam um apoio um tanto inusitados. Justo quando achavam que não conseguiriam manter aquela guerra em duas frentes por muito tempo, as “nações irmãs” como assim eram chamadas as repúblicas emylistas de Valthus Dericle, pois de fato foram fundadas por dois irmãos, anunciaram sua aliança com os clifistas não porque concordassem com os motivos de sua campanha ou porque achassem que dois contra um representassem algum desequilíbrio, mas porque viram naquilo a chance de aniquilar tanto marilistas, quanto teryonistas se unissem o seu bom senso com a força bruta de seus novos aliados.
 
Aquilo foi como um rastro de pólvora seca sendo incendiado. Queimou rápido, mas seu efeito foi poderoso. Todos os envolvidos foram devastados. A destruição, a calamidade e a fome foram acompanhadas por uma onda de doenças vindas com o surgimento de um modo de vida precário, sem as condições de saneamento e alimentação mínimos. Por ironia do destino os goblins foram envolvidos no conflito por mero acaso quando a aliança verde-cinza começou a apelar para as florestas para se reabastecer e se deparou com uma comunidade de goblins hostis que não viam com bons olhos a invasão de suas terras, mas não demorou e eles foram forçados a ceder espaço para que fosse tirada comida e remédios daquelas matas. Por outro lado os marilistas e teryonistas, embora de forma independente viram aquilo como mais uma aliança sendo formada e atacaram os goblins para conseguir seu quinhão daquele território e o cenário da guerra praticamente se repetiu, mas dessa vez com os gorgronistas sendo massacrados até a extinção no fogo cruzado.
 
Foi uma solução temporária que alimentou mais a fogueira da guerra, mas que não durou muito. Vislumbrando sua autodestruição iminente, os três lados dessa guerra resolveram fazer o mais sensato visto que aparentemente nenhum dos dois lados enxergava uma vitória no fim daquela trilha: trégua. Todos recuaram para seus devidos territórios para lamber suas feridas. O saldo daquelas guerras foram cidades-Estado marilistas praticamente riscadas do mapa. O reino de Cyultar teve a linhagem da família real quase aniquilada e os poucos membros restantes, sobrinhos-netos, primos em terceiro grau do rei e nobres de menor influência que não estavam ligados a casa real resolveram quebrar o reino e se expandir para regiões mais distantes do continente a fim de evitar novos conflitos internos que nada ajudariam no ressurgimento da glória teryonista em Aleta, nome dado ao continente em homenagem à grande diplomata humana de mesmo nome originária de Valthus, única república emylista restante depois da guerra.
 
O mapa foi drasticamente reformulado, os Condados de Luthur que era apenas uma grande junção de fazendas se tornou uma cidadela, mas que por dentro manteve um aspecto feudal. As várias e caóticas cidades-Estado marilistas, reinos e republiquetas que se aglomeravam umas por cima das outras deram lugar a uma só grande confederação, a União Escarlate. As autonomias locais foram mantidas, mas agora havia um senso de comunidade sustentada por juramentos e laços de sangue. Uma nova república emylista chamada Dosiana foi fundada sobre as ruínas de Dericle feita basicamente por moradores de Valthus que desejam refazer suas vidas em outro lugar. Os anões do reino subterrâneo de Korb saíram de suas montanhas, para com seu dinheiro financiarem a reconstrução de seus vizinhos devastados e se consagrar como a nação mais poderosa, pois nem se intrometeram no combate, como lucraram absurdamente com ele e agora usavam esse dinheiro para conseguir uma dependência vinda de quase todos os lados, com exceção dos orgulhosos moradores dos Condados que decidiram se reerguer sozinhos. Só os teryonistas é que continuam desorganizados e fragilizados. Mesmo tendo se espalhado para evitar conflitos, acabam e desentendo constantemente se atendo a conflitos de família mal resolvidos e rancores antigos vindos dos tempos de guerra. As fronteiras azuis são flutuantes, faixas de terra são anexadas e perdidas com frequência e as alianças militares feitas entre as dezenas de pequenos territórios são tão frágeis quanto vidro em queda livre. A grosso modo existe a Federação Miliciana formada por descontentes republicanos que acharam que as intrigas da nobreza eram o mal que impedia o florescimento do povo, a Insurgência de Cristal formada pelos nobres menores que viram na fraqueza da família real uma chance de construir uma casa real composta por eles e a Nova Cyultar fundada pelos lealistas e os remanescentes da linhagem real dos Rotandov.
 
Mais recente que todos estes é o Pântano Rorsch, um reino Marilista-Teryonista em ascensão vem se apoderando dos cidadãos das cidades vizinhas dos reinos e repúblicas próximas para aumentar seu poderio bélico com a horda crescente de mortos vivos. Este é um movimento que por um lado deixa o reino rimertista dos anões com as orelhas em pé, pois poderia significar mais uma força para disputar a hegemonia política e militar na região, mas por outro lado espera que cresça para manter as outras comunidades frágeis e dependentes do seu dinheiro e ajuda. É um jogo perigoso que o rei Keurak II vem tentando ganhar a todo custo.
 
Características Populacionais: Como é de se esperar de um continente é bastante diverso. Existem elfos, meio-elfos e humanos nos territórios marilistas da Confederação Escarlate, nos territórios teryonistas no litoral e nas repúblicas de Valthus e Dosiana. Os anões povoam o subsolo no reino de Korb, os gigantes e os minotauros se fecharam em suas muralhas na Colina Negra e o Pâtano Rorsch abriga humanos, fadas, gnomos, vampiros, zumbis e esqueletos. Estes dois últimos podem se diferenciar pela raça que tinham em vida de modo que se encontra pelo menos um exemplar de todas as raças do continente, com exceção dos gnomos e fadas que são seres essencialmente kalaidrinos.
 
Clima: Tropical. A vegetação que havia em boa parte foi exaurida para extração de matéria prima para reconstrução das nações destruídas, mas já está se recuperando aos poucos e já que ela não é a única responsável pelas chuvas no continente não houve uma grande seca, de modo que o clima permaneceu intocado.
 
Características Sócio-Econômicas: Cada uma das ideologias se mantém e se estrutura ao seu modo em Aleta. A União Escarlate conseguiu se reerguer com o comércio entre as cidades e reinos que a compõem, há venda especialmente de comida e utensílios domésticos. Nenhum dos governantes locais vai muito com a cara uns dos outros e esse discurso de desconfiança acaba sendo replicado na população, mas eles entendem que é melhor se unir contra os inimigos externos, pois analisando a história pregressa a causa dos marilistas não terem ganho a guerra foi atribuída a falta de unidade entre eles e esse foi o principal motivo espalhado para que o povo apoiasse a ideia de uma confederação.
 
Os Condados de Luthur são uma comunidade essencialmente rural e feudal. Territórios pequenos demarcados geralmente ocupados por uma família só onde há uma plantação de subsistência e mais raramente um terreno maior cuja família exerce influência sobre as demais que a cercam. Os chefes dessa família são denominados “condes”.
 
Para o território teryonista a guerra parece que ainda não acabou. A Federação Miliciana vive à custa de saques e é vista aos olhos dos outros dois poderes como um grande clã de ladrões, mas a visão interna é de que eles só estão pegando de volta os bens e o dinheiro que lhes foi usurpado pelos nobres que nada fizeram para garantir a vitória teryonista. A Insurgência de Cristal é assim chamada pela grande concentração de artesões de vidros e cristais que exportam suas peças para Loretiana e para a comunidade teryonista em Rorsch com quem eles se solidarizam, mas mais constantemente para o reino dos anões. Somente Nova Cyultar que parece que irá sucumbir a qualquer momento. É sustentada basicamente pelo fervor dos súditos do novo rei elfo, Berverein e da nova rainha humana, Tuli; que em seu casamento selaram uma união que eles julgaram muito útil entre as duas raças, mas todos vivem um modo de vida bem austero. Isolados na porção mais próxima da praia, eles tem ao menos o mar para provê-los. No fim das contas é uma comunidade de pescadores fantasiada de reino.
 
Valthus que sobreviveu à devastação agora ajuda sua irmã mais nova, Dosiana a crescer e prosperar, mesmo porque todos os Dosianos são antigos moradores de Valthus ou descentes destes, por isso há um grande sentimento de união entre essas duas repúblicas. Ainda existe algum contato entre clifistas e emylistas, herança das alianças militares, mas devido ao fechamento dos gigantes e dos minotauros, essa relação se resume hoje a uma troca de cordialidades e uma eventual troca de excedentes de produção das fazendas dos minotauros e gigantes por ferramentas.
 
O reino de Korb, uma potência a ser respeitada, é a que possui e a maior fortuna e tecnicamente o maior detentor de terras, pois suas fronteiras se estendem quase que indefinidamente nas profundezas onde eles mineram todo tipo de riqueza mineral que encontrarem. Durante o conflito fizeram mais dinheiro ainda com a venda de armas e demais equipamentos para todos que pudessem pagar. Hoje em dia, como resquício dos tempos de reconstrução do continente, ainda há linhas de comércio entre os anões e todos os reinos com exceção do Pântano Rorsch e da Federação Miliciana, além de que pagamentos de dívidas resultantes de grandes empréstimos também servem para engordar os já gordos cofres rimertistas debaixo das montanhas.
 
O Pântano Rorsch é outro reino que vive de saquear todos que estiverem ao seu alcance e são algo como o inimigo público numero um de todos. Os mortos vivos de lá só não são atacados porque não há uma força poderosa o suficiente para levar a guerra até lá. Os anões seriam os únicos candidatos plausíveis para isso, mas eles viram a desgraça que um conflito pode gerar, especialmente na parte econômica que mais os complicaria e por isso preferem investir em defesas, não em ataques. Somente a província Zoua é que vive da agricultura e da venda de serviço militar especializado para combater zumbis e esqueletos.
 
Características Políticas: Os teryonistas são os mais diversos no quesito política. O governo republicano é liderado pelos generais do extinto reino de Cyultar  que resolveram tomar as rédeas da situação na intenção de dar um norte para o povo com um governo sério e disciplinado distante dos mandos e desmandos da nobreza que segundo eles foi a causa para a devastação do reino. Qualquer um pode se candidatar ao posto de Pilar, figura de autoridade máxima, mas em geral o cidadão comum  não tem interesse ou não tem tanta visibilidade quanto um herói de guerra durante as eleições, por isso só militares governaram desde a fundação da Federação. Atualmente o Pilar é o general Olek-hai, um meio-elfo poderoso tanto militar quanto politicamente. Os dois outros braços dessa tríade são monarquias absolutistas, de um lado a rainha elfa Sole, a Infante que se mantém apesar de seus onze anos basicamente por conta de seus poderes seikan que ela usa habilmente para manipular os nobres ao seu redor, e do outro o casal Berverein e Tuli, reis de Nova Cyultar, mas diferente de sua contraparte monárquica não há concessão de títulos de nobreza.
 
Os Condes clifistas governam suas regiões de influência muito esparsamente tendo um poder basicamente local, de modo que não há uma liderança forte, mas sim bastante fragmentada, embora as famílias mais poderosas exerçam seu poder sobre condes menores. O maior exemplo disso são os gigantes da família Urcan, que tem a frente o conde Goman, o Colosso; um veterano e herói de guerra.
 
Felfaro e sua filha, Monquiana são os atuais governantes das repúblicas de Valthus e Dosiana respectivamente e assim permanecerão se tudo correr bem pelos próximos seis anos quando seus mandatos acabarem e forem iniciadas novas eleições. Houve um conflito recente entre os sacerdotes de Materyalis que tentaram dar um golpe de Estado e instaurar um novo governo baseada nos preceitos do equilíbrio, mas não foi adiante. Mesmo sendo parentes, ambos os regentes mantêm governos independentes, apesar de serem aliados indiscutíveis.
 
Rorsch é outra monarquia absolutista, assim como Korb que juntos são os governos mais promissores do continente e que de certa forma rivalizam. De um lado está o rei Elmodore, um vampiro milenar, do outro está Keurak II um anão ganancioso e audaz que não deixará que nada entre em seu caminho. Vale o comentário de que existe um pequeno reduto ligeiramente democrático no Pântano. A família Rorsch serve ao rei imortal, mas escolhe um cônsul regularmente para que esse sirva como diplomata na corte da Paliçada dos Ossos.
 
Lugares de Interesse:
 
·         Baía da Trindade:
·         Floresta Alvaran:
·         Pântano Rorsch:
·         Colina Negra:
·         Montanha de Prata:
·         Torre Provência:
 
Características Ideológicas: Mesmo com a presença de muitas ideologias adversas e com o ranço da batalha que deixou um gosto ruim na boca de todos, existe um grande receio de que estoure outra guerra que abale as estruturas já não tão frágeis, porém não tão firmes das novas nações erguidas à sombra das antigas. Havendo assim apenas pequenos conflitos ocasionais entre o Pântano Rorsch e todos os reinos e repúblicas de Aleta, mas nada que vá muito além disso.  Os emylistas ainda têm sua aliança militar com os cinzentos, os marilistas do centro do continente esperam o dia em que se vingarão dos clifistas e dos teryonistas do litoral que devolveriam o ódio se não passassem tanto tempo tentando matar uns aos outros. Só os rimertistas riem de tudo na segurança da rocha sentados sobre o ouro de seus vizinhos brigões esperando sempre por novas oportunidades de negócio.

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Ali Alkahaz
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