Floresta de Lumnar

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Floresta de Lumnar

Mensagem por Nathan em Ter Mar 22 2016, 15:04

Nome do Lugar: Floresta de Lumnar

Amplitude geográfica: A única região da Floresta de Luviah que os colonizadores conseguiram anexar, pelo menos geograficamente, ao Reino de Túrion foi o extremo sul do território que ficou conhecido posteriormente como Floresta de Lumnar. A região engloba uma faixa da floresta onde os elfos se estabeleceram durante o período da colonização, e onde ergueram o Palácio de Lumnar. Este, é um gigante complexo de construções magnificamente construída pelos elfos mescladas a própria natureza.

Histórico: A conturbada história de Lumnar teve início logo depois dos colonizadores Clifistas se estabelecerem em Godnyr, vindos da distante Anësor. Diversas caravanas foram enviadas na tentativa de desbravar a Floresta de Luviah, mas não tiveram sucesso devido aos inúmeros perigos naturais e raças hostis aos humanos clifistas. A região conhecida como Lumnar acabou se tornando um refúgio para os elfos que acabaram cedendo território no reino e recuaram para o abrigo da floresta, onde se converteram ao marilismo e ergueram o suntuoso Palácio de Lumnar em oferenda aos Lakriaks, que dominavam a região. 

Contudo, este recuo do povo élfico do território de Túrion para o interior da Floresta de Luviah não foi tão pacífico. A própria floresta tinha perigos até mesmo para criaturas tão habituadas a vida selvagem, além do fato do sul de Luviah ser povoado por diversas raças de metamorfos, entre eles os temíveis homens-lagartos, conhecidos como Lakriaks. Territorialistas por natureza, os Lakriaks receberam os invasores élficos com hostilidade, emboscadas e tormenta. O conflito entre os homens-lagartos e o povo élfico somente cessou quando as caravanas humanas começaram a se aventurar para o interior da Floresta de Luviah. Ambas as raças viram nos colonizadores um inimigo em comum e precisaram unir forças para rechaçar os invasores, formando uma aliança um tanto quanto sensível.

Durante as diversas batalhas contra os humanos, os elfos acabaram conquistando o respeito dos Lakriaks e a aliança acabou rendendo frutos para proteção mútua. Para serem aceitos na Floresta de Luviah, os elfos deveriam construir um Palácio, que veio a ser chamado de Lumnar, e seria o covil dos homens-lagartos. A enorme construção, perfeitamente moldada a floresta, se tornou o centro de poder dos Lakriaks, que o tornaram cada vez mais suntuoso ao longo dos anos e serviu como bastião da defesa da floresta contra novas tentativas de invasão humana.

Durante eventos recentes, o neto do Rei de Túrion foi enviado para Lumnar aos cuidados do povo élfico, para que se salvasse da rebelião gorgronista que assolou a capital do reino, Godnyr. Este acontecimento foi visto com ironia pelos homens-lagartos, que não viram outra utilidade para o jovem humano além de servir como sacrifício ao Zhanrir Maligno. Entretanto, foram logo convencidos por um misterioso denin ajarg que o jovem Culgan teria um papel importante para Lumnar e o Marilismo. Se o neto do rei de Túrion fosse convertido aos ideais Marilistas, porque não converterem todo o reino aos desejos do malévolo?

Desta forma, apesar dos maltratos recebidos dos Lakriaks, Culgan foi criado em Lumnar, aprendendo tudo o que podia sobre a famosa sabedoria élfica, ao mesmo tempo que observava e aprendia sobre as intrigas e ardis dos homens-lagartos. Desta forma, Culgan se tornou um homem de poder elevado e uma mente muito mais aguçada que a de seu avô, pronto para reconquistar Godnyr, exterminar a praga gorgronista e nunca mais deixar que o reino de seus ancestrais caísse novamente em desgraça. Com um pequeno preço a pagar, a bandeira que deveria tremular novamente em Godnyr não seria mais a Clifista. Mas sim a do malévolo Marilis. Com a conversão do príncipe aos ideais marilistas, este logo recebeu reforços de dois denins, o primeiro o Ajarg que o salvou quando chegou na floresta, e foi o responsável por lançar a maldição sobre Godnyr. E o segundo denin, um bartalun guerreiro enviado para liderar as tropas marilistas para a vitória.

Características populacionais: Até o passado recente, o Palácio de Lumnar havia sido habitado somente por elfos e pelos homens-lagartos conhecidos como Lakriaks. Com a migração dos ajargs para Lumnar, estes acabaram conquistando a confiança dos marilistas. Além destes, o único representante não pertencente a nenhuma destas duas raças a morar no local foi o príncipe Culgan e sua escolta. No entanto, na Floresta de Luviah, onde o palácio foi construído, existe todo tipo de criaturas selvagens e alguns poucos representantes de outras raças que eventualmente conseguiram se adaptar as horríveis condições de vida no interior da Floresta, entre as de maior destaque estão os ajargs carniceiros que habitam os pântanos próximos ao Palácio de Lumnar.

Clima: Devido a grande quantidade de rios que rasgam a Floresta de Luviah, e da proximidade com o mar no extremo sul do continente de Fikist, o clima na Floresta de Lumnar é extremamente úmido, com temperatura amena apenas pela proteção que a própria vegetação oferece e com tempestades quase que diárias. Consequentemente, muitas regiões alagadas e pantanosas estão presentes ao redor do Palácio de Lumnar, onde vive Sybile, o regente marilista.

Características Sócio-Econômicas: Devido ao seu territorialismo e egocentrismo, os Lakriaks nunca se envolveram comercialmente com nenhuma raça próxima no interior da Floresta de Lumnar, ao contrário, sempre se utilizaram de sua Necromancia para explorar tudo que a floresta tinha para lhes dar. Depois da aliança com o povo élfico e a construção do Palácio de Lumnar, os homens-lagartos tornaram a construção seu covil, e começaram a acumular riquezas dentro de suas paredes. Peritos nas artes da Necromancia, os Lakriaks se utilizam de um exército de Zortaluns para escavar minas, capturar escravos, e esquadrinhar os pântanos em busca de alimento e itens de valor para seus mestres.

Características Políticas: Apesar de individualistas, os Lakriaks sempre conseguiram se ajudar internamente para sobreviver em um ambiente hostil como a Floresta de Luviah. Entretanto, não existia entre eles qualquer tipo de hierarquia até que finalmente se aliaram ao povo élfico e construíram o Palácio de Lumnar. A partir daí um representante era escolhido entre os Lakriaks para reger os demais. As coisas permaneceram assim até que Culgan acabou se tornando o líder marilista para conduzir a ideologia maligna ao trono de Túrion. Os Lakriaks aceitaram se sujeitar ao príncipe com certa cautela e vem seguindo sua liderança. Pelo menos por enquanto...

Características Ideológicas: Desde sua fundação, o Palácio de Lumnar sempre se manteve leal aos dogmas do Marilismo, afinal de contas foi criado como símbolo da aliança entre os malignos Lakriaks e o povo élfico fugidos do território de Túrion. Os colonizadores Clifistas jamais conseguiram penetrar e disseminar sua ideologia para o interior da Floresta de Luviah, muito menos na região sul da floresta, onde foi construído o Palácio de Lumnar..

_________________
Narrador
avatar
Nathan
Marilista
Marilista

Masculino Número de Mensagens : 4043
Localização : Palmeira - PR
Emprego/lazer : Militar
Nome do jogador : Raphael Figueiredo
Warn :
0 / 1000 / 100

Data de inscrição : 07/11/2007

Ficha do Personagem
Nível: 1
Pontos de Vida:
72/72  (72/72)
Pontos de Dens:
79/79  (79/79)

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum