Terceira Visão - O Prisioneiro

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Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Qui Abr 06 2017, 16:39

Considerações Off:

Dérik, começamos aqui sua participação no "O Legado do Rei Negro".

Conforme anunciado, este capítulo (visão) será o terceiro do volume 1 do
projeto literário.

Note que, a partir de agora, já colocarei a narrativa em primeira pessoa, com o venirista descrevendo toda a cena. Ou seja, quando houver algo que ele não vir, colocarei, no final do post, como informações complementares. Isso será feito para facilitar a edição do livro, assim como os demais processos que colocarei abaixo.

Peço que não formate o texto com cores. Caso expresse algum pensamento, coloque em itálico. Quando falar, coloque um travessão. Para criar o turno, é necessário um mínimo de 1.000 caracteres.

Lembrem-se: o Venirista expressa nas transcrições das visões do sinkrorbe aquilo que ele vê, ou deduz que as personagens estão pensando ou sentindo. Portanto, quanto mais claro isso ficar nas suas ações, melhor. Lembre, também, de revisar o texto depois de escrever o turno, preferencialmente com a ajuda de um corretor ortográfico e gramatical. Isso é muito importante.

Como estamos começando, e ainda terei no mínimo mais quatro intérpretes simultâneos, talvez este início seja um pouco lento, mas assim que eu ver qual será minha capacidade de respostas a gente tenta firmar uma cadência mais fixa. Minha previsão inicial é de uma postagem semanal, tentarei fazer a continuação até a Quinta-Feira, dia 13 de Abril.

Vamos ao jogo:


Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

Minha mente fervilhava com as ultimas revelações do Sinkrorbe. Nós veniristas somos doutrinados a não nos utilizarmos das visões proféticas para tentar interferir em eventos que ainda estão por vir. Mas e quando estes eventos podem causar sofrimento e morte para milhares de pessoas inocentes? Seria motivo suficiente tentar impedir uma catástrofe ou pelo menos atenuar seus danos? O silêncio em meu abrigo no meio da Cordilheira das Cascatas era quase absoluto, quebrado apenas pelo som constante de meus cascos se chocando com o chão rochoso e ecoando pela pequena caverna. Não conseguia conter minha agitação, e por isso caminhava para um lado e para o outro, tragando sem cessar meu cachimbo e exalando a fumaça por minhas narinas, tentando controlar a respiração numa espécie de meditação que causaria vergonha ao mais noviço dos monges do santuário de Tinto. A cada poucos passos, meus olhos nervosos fitavam o Sinkrorbe em busca de novas revelações, mas dessa vez parecia que uma eternidade se passou até que finalmente percebi algo mudando em sua superfície cristalina. Ao invés da cortina de fumaça que deu início às duas visões anteriores, agora a esfera se tornava negra como uma noite sem luar, e nem mesmo a luz fraca de minha fogueira parecia refletir no artefato.


Nenhuma imagem se formava a partir da escuridão que dominava o interior do Sinkrorbe. Mas logo comecei a escutar o ruido de correntes sendo arrastadas sobre pedras, o que me deixou sobressaltado, olhando ao redor procurando a origem do som dentro da própria caverna. Balançando a cabeça para organizar os pensamentos, segurei melhor o pergaminho e mergulhei a ponta da pena no tinteiro preparado para registrar o que acontecesse a seguir... mas apenas o som das correntes permanecia ecoando ao meu redor. Aquilo era, para dizer o mínimo, perturbador. Só após algum tempo algo parecia começar a se formar na escuridão do Sinkrorbe. Um brilho fraco cinzento começava a tomar a forma de um humano, mas seu rosto não tinha expressão alguma, nem olhos, nem boca, nada. De seus braços pendiam grilhões tão etéreos e cinzentos quanto todo o resto, e suas pernas se desfaziam numa espécie de névoa antes de tocar o chão. Uma alma penada! Seu corpo era constituído de puro cynblarkin, a energia que forma os espíritos.


Vale ressaltar que uma das heranças deixadas pela dragoa Arla no território onde se formou o Reino de Túrion é a incidência de grande quantidade destes espíritos errantes. Conhecida como Devoradora de Almas, Arla acumulava sob seu poder milhares de espíritos, que eram negados a seguir o caminho natural em direção ao Makisis, plano cynblarkino que serve como purgatório para as almas daqueles que morrem no plano físico. Com a queda da dragoa e o fim de sua tirania, grande parte destes espíritos acabaram fadados a vagar sem rumo por toda extensão do território de Túrion, atormentando os desafortunados sensíveis à sua presença ou servindo àqueles capazes de manipular a energia cynblarkina da qual os espíritos são constituídos. Estas pessoas especiais são conhecidos como denins Seitokan. As duas regiões com maior número destas aparições são justamente a Cordilheira das Cascatas, que servia como covil para a dragoa, e a cidade de Godnyr, perto de onde Arla foi derrotada e morta pelos colonizadores clifistas.


Por algum tempo, aquele espírito vagou pela escuridão, arrastando suas correntes etéreas aparentemente sem rumo. Aos poucos, ele começava a se aproximar de um local onde uma tocha presa a um suporte na parede fornecia uma iluminação tímida, que revelava um corredor de paredes simples de pedra mais semelhantes a uma masmorra do que uma simples caverna. Próximo da tocha havia um banco pequeno, onde um sentinela dormia sentado encostado à parede, com a cabeça tombada sobre o peito. Roncava baixo e estremeceu em seu sono à presença do espírito que passava ao seu lado. Não parecia capaz de ouvir o tilintar das correntes fantasmagóricas, ou se o fizesse, não era o suficiente para despertá-lo. Caídos ao seu lado estavam uma espada curta coberta por uma bainha simples de couro e um escudo pequeno, quase um broquel. Pouca coisa no sentinela me permitia distinguir sua inclinação ideológica, não havia qualquer símbolo em seus trajes de couro batido, tampouco em seu escudo. A única pista que pude notar eram algumas pinturas tribais em sua pele, no formato de runas do falecido idioma dracônico. Um gorgronista, talvez?


Chegando ao fim do corredor, onde a luz fornecida pela tocha era bem fraca, o espírito acorrentado cruzava as barras de ferro que fechavam a entrada de uma cela estreita. Lá dentro, pouco era possível enxergar por causa da iluminação escassa. Fui capaz de identificar com dificuldades um humanoide que era mantido prisioneiro. Dos dois lados da cela surgiam grossas correntes que mantinham seus braços esticados, com as mãos quase tocando as paredes, devido a pouca largura da masmorra. Estava de joelhos, praticamente pendurado pelos pulsos acorrentados. Ao contrário do sentinela adormecido no corredor, aquele humano parecia despertar de seu transe assim que o espírito se aproximava. Usava trajes imundos e em farrapos, que pouco lembravam os mantos utilizados pelos monges Emylistas do santuário de Tinto...

(Continue a partir daqui, Dérik)




Informações Complementares:

- A visão tem início aproximadamente uma semana após o Shimatsu ter sido capturado em Tinto. 

- Ele não sabe exatamente onde é seu cativeiro, sabe apenas que foi capturado pela monge chamada Lux e atualmente está sob vigilância dos gorgronistas.


- A princípio minhas postagens não serão tão extensas, mas como esta foi a primeira, precisava de toda uma introdução. O ideal é a gente se manter na média de 1.000 caracteres, que é uma quantidade tranquila para ler e também pra transmitir a ideia geral da cena.

- Qualquer dúvida ou informação complementar que você achar útil para sua ação, pode me chamar no privado do Whats.


Última edição por Nathan em Seg Abr 17 2017, 16:10, editado 2 vez(es)

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Ter Abr 11 2017, 19:11

Quanto mais o espirito se aproximava os olhos do homem iram se abrindo, nisso fora possível ver seus olhos eram avermelhados e suas pupilas fendidas como as de uma serpente, seu rosto não esboçava nenhum outra expressão além de um parente cansaço, provável devido a ter já passado um tempo ali preso. Logo o homem faz um baixo assobio, aparentemente chamando a atenção do espirito que vira o rosto em direção ao mesmo.

– Olá... Olá amigo – Fala o homem de olhos fendidos –... Poderia me ajudar? Pode dizer-me quantas pessoas estão ali fora dessa sala.

– Hm, oii. homem... Sonhando... – Responde o espirito de forma imparcial e indiferente, em quanto isso o mesmo para de frente ao homem. Logo depois o homem mudou sua feição de cansaço para sereno e olha as correntes ele levanta parcialmente seu corpo que estava ajoelhado e aparenta olhar as correntes.

– Poderia me dizer que lugar é esse? – Novamente vem o homem a indagar o espirito, mantendo o timbre de sua voz baixo para evitar que alguém escute. Porem o espirito volta a seguir o caminho ignorando disperso completamente sobre o que havia sido indagado.

Assim que o espirito se afasta demonstrado que não responderia novamente pode se ver o homem ele respirando fundo, de forma que se demonstra bem concentrado, provavelmente se preparando para repousar a esperado do que fazer em quanto esta preso. Mas em quanto aparecia isso, ele começa a mexer os pulsos como uma forma de torção e logo em seguida pode se ver uma energia nas mãos dele, aparentemente uma energia Markan, será que ele seria um Denin(?), nisso ao torcer ele pega parte da corrente e então com uma grande força quebra a aquelas correntes grossas, parecia que fácil do jeito que foi feito o que poderia vir a dizer que ele realmente podia ter feito a qualquer momento, ele olha novamente para o espirito e se pronuncia novamente de forma baixa como havia se comunicado anteriormente.

– Poderia me guiar para a saída deste lugar? Um lugar que possa ver o céu sem coberturas. –

Em quanto o espirito não respondia ou não expressava alguma reação o homem começa a olhar a barras de ferro e do mesmo jeito que fez com as correntes que o prendiam ele segura uma barra em cada mão e começa a usar sua força para entortar e abrir um espaço para passar.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Sex Abr 14 2017, 17:14

Considerações Off:

E lá vamos nós continuar com a aventura. Como minha previsão inicial é de uma postagem semanal, tentarei fazer a continuação até a Sexta-Feira, dia 21 de Abril, mas devido ao feriado de semana que vem, vou tentar antecipar um pouco se você jah tiver respondido.

Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

O espírito seguia distraído e indiferente às perguntas do prisioneiro e já começava a se afastar em direção ao interior da masmorra, mas sua atenção foi finalmente atraída ao perceber a concentração de Metonyan nas mãos do monge em farrapos. Ao se utilizar de muito mais do que mera força física, a tarefa de romper as correntes pareceu algo tão simples, o que me fazia questionar o porque daquele jovem não ter feito isto antes. Será que apenas aguardava surgir um guia como aquela alma errante? O espírito se prostrava diante das grades, como se observasse a aproximação do monge que começava a analisar as barras mais frágeis e fáceis de dobrar ou até mesmo quebrar. Se realmente este se tratava de um denin Markan, que se utiliza da energia metonyana, ou física, para aumentar a própria força, resistência e qualquer outro atributo corporal, imagino que se livrar do cárcere não seria tão dificil assim.

Mesmo sem um rosto, o espírito acompanhava cada movimento do jovem, que logo começava a concentrar energia metonyana em seus próprios braços e mãos, que ficavam envoltos em uma aura amarelada. Em instantes, enquanto forçava para abrir espaço entre as barras da cela, uma delas era arrancada de seu eixo, derrubando pedaços do teto onde estava presa. O espírito sequer se movia, mas logo o monge ouviu um barulho no corredor, onde o sentinela parecia ter despertado assustado com a movimentação. O denin percebia pelas sombras do sentinela criadas pela tocha, que ele apanhava a espada curta e caminhava em direção a fonte do barulho, ainda fora do seu campo de visão.

- Que porcaria estão inventando dessa vez?

(Continue a partir daqui, Dérik)



Informações Complementares:

- A visão tem início aproximadamente uma semana após o Shimatsu ter sido capturado em Tinto.  

- Ele não sabe exatamente onde é seu cativeiro, sabe apenas que foi capturado pela monge chamada Lux e atualmente está sob vigilância dos gorgronistas.


- A princípio minhas postagens não serão tão extensas, mas como esta foi a primeira, precisava de toda uma introdução. O ideal é a gente se manter na média de 1.000 caracteres, que é uma quantidade tranquila para ler e também pra transmitir a ideia geral da cena. 

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Ter Abr 18 2017, 22:49

O homem olhava para direção a sombra do sentinela pegando a espada o tempo seria curto agora para se pensar em algo ou planejar, mas ainda sim a expressão em seu rosto era serena, e firme, ele então termina de arrancar a barra que teria tirado do seu eixo e segura bem no meio como se a mesma fosse um bastão.


Ele em seguida vira para o espirito aparentemente novamente aguardando uma resposta do que havia sido indagado, mas no final ele nem se quer espera e logo vira para onde viria o guarda e começa a correr para aquele lado, mas vai arrastando aquele pedaço de ferro na parede, quando então chega num ponto curva que já teria alcance para o sentinela ele faz uma rápida pausa e também afasta a barra que se encontrava encostada na parede, logo que chega o momento certo ele começa a girar a barra criando um movimento de forma de um escudo, girando da esquerda para direita vindo de cima e descendo e em seguida continuando o giro e subindo, assim podendo bloquear qualquer ataque do guarda inicial e em seguida golpear parando por um estante e vira a barra vindo da direita para esquerda, num movimento reto na altura do pescoço para derrubar o sentinela e tentar deixar o mesmo já inconsciente e sem formas de chamar reforços, em meio a isso ele olha novamente em direção ao espirito como se ainda estivesse esperando algo dele.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Qua Abr 19 2017, 16:23

Considerações Off:

Conforme avisado, eu tentaria antecipar para hoje a resposta da terceira visão do projeto literário. 


Como a previsão inicial é de uma postagem semanal, continuação fica marcada para Quarta-Feira, dia 26 de Abril.

Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

Toda a cena parecia se desenrolar numa fração de segundos. Num momento, o monge estava deixando a cela onde esteve aprisionado, no momento seguinte, o carcereiro se aproximava em passos pesados e logo era nocauteado pelo prisioneiro em fuga. Não houve tempo para qualquer tipo de alarde por parte do enorme gorgronista. Ele tentou apenas erguer a espada curta enquanto se preparava para enfrentar a barra de ferro que o monge tão bem usava como arma, e logo era atingido no pescoço, caindo desacordado de encontro a parede da masmorra, à esquerda do corpo do monge. O máximo que o carcereiro teve tempo de dizer foi uma exclamação de surpresa, quase um insulto. Certamente, ninguém do lado de fora da masmorra teria escutado.

Então, a atenção do monge retornava ao espírito que aguardava inerte ainda não muito distante da entrada da cela. Sua expressão sem qualquer forma acompanhava os movimentos do monge com lerdeza, como um espectador desinteressado. Então, sua voz espectral finalmente se fez ouvir com alguma dificuldade naqueles corredores silenciosos.

- Godnyr é o lugar... Rebeldes por todo lado... A luz está no alto... - E com estas palavras o espírito punha-se a vagar pelo corredor, passando por cima do gorgronista desacordado sem que suas pernas enfumaçadas o tocassem. Logo ele deixava a área iluminada pela tocha na parede, vagando em direção à escuridão. No local onde estava, o monge era capaz de ver o banco onde seu carcereiro estava dormindo, o escudo pequeno largado ao chão e a tocha sobre seu suporte. Com o gorgronista estavam uma espada curta, que caiu próxima de seu corpo inconsciente, uma argola metálica com quase uma dezena de chavez grandes, provavelmente das celas daquela masmorra, e como observado antes, nenhum símbolo marcava suas vestes para confirmar minha suspeitas. Apenas por se tratar de Godnyr, o espírito chamá-los de rebeldes, e as pinturas tribais no corpo do carcereiro me fazia desconfiar se tratar de um gorgronista.

(Continue a partir daqui, Dérik)

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Qui Abr 20 2017, 20:58

Logo o homem faz um gesto com a cabeça como se agradecesse em quanto o espirito vai partindo, assim em seguida começa a pegar a roupas do sentinela e vestir em si mesmo, aparentemente deixando a aparência de prisioneiro deveria ser a tentativa, mas ainda sim as roupas ficam em si meio largas devido o sentinela ser maior que o homem, ainda sim ele se mantem ali, nisso ele também pega a espada curta e a bainha, amarrando assim a mesma a cintura para levar com sigo mesmo, ainda sim ele não se desfaz da barra de ferro e vai segurando e deixa apoiada em seu ombro direito. Antes de começar a seguir seu rumo ele se abaixa para pegar a goma com todas as chaves que ainda estava no chão após se trocar, ele olha por alguns estantes as chaves antes de se levantar novamente e olhar o caminho.

Logo começa a seguir o corredor procurando algo, até encontrar as escadas e subir, ele vai seguindo num ritmo tranquilo aparentemente e sua expressão facial agora era firme e seria provável estava tentado evitar encontrar alguém ou mesmo ir furtivo até o topo como o espirito lhe falara da luz.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Ter Abr 25 2017, 10:28

Considerações Off:

Consegui um tempinho, e como você jah respondeu, vou antecipar para hoje a resposta da terceira visão do projeto literário.


Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

À medida que o monge disfarçado começava a caminhar pelo corredor escuro, pude notar que outras celas gradeadas preenchiam toda a parede à sua direita, enquanto um pouco de luz vinha do final do corredor, onde era visível os primeiros degraus de uma escada que subia. Parecia haver outra tocha iluminando a escadaria. Antes de alcançar a luz e a escadaria, escutava correntes agitadas pouco a frente, e logo uma voz tensa se fazia ouvir.

- Aqui! Nos solte, por favor! - A voz vinha de um homem magro agarrado às barras de ferro de uma das celas. Seu pedido parecia despertar outros prisioneiros, que logo se juntavam à suplica, esticando braços para fora das celas tentando alcançar o monge do lado de fora. A maioria dos prisioneiros estavam bastante debilitados, magros, imundos e com as roupas em farrapos. Pareciam estar presos ali à muito mais tempo que o jovem monge. E apesar de disfarçado, talvez o primeiro prisioneiro a pedir ajuda tenha escudado ou visto o combate de sua própria cela.

Fora a movimentação nas celas, não podia ouvir nenhum outro ruído vindo da escadaria à frente. O carcereiro permanecia inconsciente mesmo com aquela movimentação próxima. Mas talvez o barulho pudesse despertá-lo antes da hora, ou atrair atenção indesejada de outros rebeldes que estivessem por perto de passagem ou cuidando dos níveis superiores da masmorra.

(Continue a partir daqui, Dérik)

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- Minha semana que vem vai ser tumultuada no trabalho, então vou tentar agilizar a resposta pra Segunda-Feira, dia 01 de Maio e aproveitar o feriado pra postar pra todos.

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Qui Abr 27 2017, 21:35

Com a aquela gritaria o monge que agora estaria disfarçado olha seria em direção ao primeiro homem que pediu ajuda, para que fosse solto, seu olhar era sereno, mas ao mesmo tempo parecia ter algum apreço ou pena por aquela situação, não daria para dizer realmente, mas ainda sim ele começa a abrir as celas, começando por aquele homem.

-Falem baixo, para evitar chamar atenção dos guardas. – Ele fala em uma entonação razoável, firme e muito serio em quanto caminha até frente ao o portão para abrir a grade do prisioneiro.

Ele ajeita a barra que carregava dentro de uma das celas em quanto termina de soltar mais outros dois prisioneiros, logo depois volta a sua barre de ferro e entrega as chaves liberto.

-Terminem de soltar os outros, preciso confirmar se não estão vindo mais guardas para cá é ver corretamente o caminha da saída.

O monge olha uma ultima vez, provavelmente deve estar se despedindo ou confirmando se os outros estavam sendo libertos como foi pedido, rapidamente vira novamente em direção ao caminha que estava seguindo antes de ser chamado, para o final do corredor.

Provavelmente ele realmente queria encontrar a saída e estava seguindo com cuidado, pois estava demonstrando evitar encontrar qualquer problema, mas seguia com uma das mãos firmes na barre e a outra agora na espada, devendo imaginar encontrar perigo a frente após a barulho que ocorrera lá atrás.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Sex Abr 28 2017, 09:18

Considerações Off:

Consegui um tempinho, e como você jah respondeu, vou antecipar para hoje a resposta da terceira visão do projeto literário.


Vamos ao jogo:

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O Prisioneiro

Os prisioneiros ficavam eufóricos ao perceber a possibilidade de escapar das masmorras. Os mais aptos tentavam acalmar demais a antes de partir o monge percebia que alguns logo assumiam a liderança da fuga, soltando os demais e orientando-os a fazer silêncio para não atrair atenção indesejada. O monge se aproximava sorrateiro da escadaria e percebe cada vez mais claro o crepitar de alguma tocha iluminando os degraus que levavam ao nível superior. As paredes rochosas da masmorra se tornavam pedras de alvenaria devidamente alinhadas no início da escadaria. Os ruídos dos prisioneiros eram mínimos, até que o som de alguns deles pisoteando o carcereiro desacordado chamava atenção do monge. Não havia perigo ali, eram muitos contra um único prisioneiro desacordado e desarmado. Estava condenado à vingança daqueles que manteve em cativeiro por tanto tempo. Nenhum outro som atraía o monge, que logo começava a subir os primeiros degraus da escada. Entretanto, uma sombra na parede acusava que alguém se aproximava, descendo a escadaria em caracol. Logo sua voz acusava pertencer a algum aliado do carcereiro.

- Mack, vamos! Eles vão derrubar tudo! Vamos logo ou vai ficar soterrado aí, seu saco de lixo! Mack!!!

Em instantes, o monge via o homem surgir descendo as escadas. Assim como o carcereiro, usava trajes de couro batido, reforçado em pontos específicos do corpo para servir de proteção. Tinha uma espada curta na bainha presa ao cinto e carregava uma mochila pequena sobre um dos ombros, parecia pronto para partir daquele lugar. Me perguntava o que queriam dizer com "derrubar tudo" e ficarem "soterrados". Iriam bloquear a saída das masmorras? Porque? Tudo ocorria rápido demais, o encontro entre os dois na escadaria, o linchamento do carcereiro na masmorra e então o primeiro tremor de terra. Fraco à princípio, apenas deixando cair um pouco de poeira do teto da masmorra. Em seguida, muito mais forte, fazendo os prisioneiros se apoiarem nas paredes ou se agachando para não cair no chão. O rebelde que descia as escadas quase caiu rolando escada a baixo, assim como o monge, que com algum esforço conseguia manter um pouco do equilíbrio.

(Continue a partir daqui, Dérik)

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Seg Maio 01 2017, 14:41

Com o primeiro tremor de terra o homem sério logo perde sua face seria e no lugar é nítido um leve espanto, não sendo necessário se segurar em nada a principio, porem logo em seguida veio o segundo mais forte, o homem se equilibra usando a barra de ferro de forma assim evitando que caísse no chão.

Logo que já estava mais confiante a andar começa a partir em direção ao que seria o rebelde para de fato entender completamente a situação, realmente agora haviam perguntas a serem respondidas, porem no caminho ele acaba deixando a espada cair, ele olha para traz vendo a mesma, mas parece não se importar e continuar a seguir o caminho carregando agora somente a barra de ferro.

Ao completar de descer o monge ajeita a barra observando a situação do local atual por completo, agora seria a hora que daria respostas, sobre o que queriam dizer com "derrubar tudo" e ficarem "soterrados". O monge não toma nenhum momento ali iniciativa diferente de antes que estava agindo aparentemente espontaneamente agora esta esperando algo.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Ter Maio 09 2017, 09:40

Considerações Off:

Bom, retornando às atividades da terceira visão (capítulo) do projeto literário.


Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

Após os tremores de terra, o rebelde que quase caía das escadas encarava o monge disfarçado que vinha ao seu encontro subindo para o andar seguinte. Aparentemente o terremoto havia cessado, dando tempo para que os dois se falassem ainda nas escadas. O rebelde que descia apressado olha com estranheza para o monge, sem reconhecê-lo.

- Quem é você? Onde está o Mack? Temos que pegar o monge e cair o fora daqui logo. O pessoal já está abandonando a cidade. O anão vai derrubar o palácio inteiro! Temos que levar logo o monge, porque se ele ficar soterrado junto com os demais, nossas cabeças vão parar em estacas!!!

Aquilo sim era assustador. Derrubar o palácio??? Como assim os gorgronistas planejavam derrubar todo o palácio de Godnyr??? Era provável que o monge ficaria tão surpreso quanto eu. Não só pela revelação do rebelde sobre o palácio, mas porque o interesse gorgronista ser tão grande naquele monge? Enquanto isso, os dois nas escadas escutavam os prisioneiros se libertando e massacrando o carcereiro desacordado por Shimatsu.

- O que está acontecendo aí embaixo? - Ele olhava com estranheza para o monge e depois para a escuridão no corredor do andar abaixo. Levava a mão à espada curta institivamente, apesar de parecer muito mais inclinado a simplesmente fugir. Tudo nas masmorras voltava a tremer, dessa vez mais fraco, porém constante... areia caía do teto, rachaduras começavam a surgir nas paredes da escada.

(Continue a partir daqui, Dérik)

Informações Complementares:


- Estou retornando ao trabalho, e tá meio corrido com coisas acumuladas depois de uma semana fora, mas vamos tentar retormar o ritmo semanal, então deixo a continuação prevista pra Quarta-Feira, dia 17 de Maio.

-
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Sex Maio 12 2017, 13:07

Apesar do encontro maus ajustado pelo rebelde e o monge parecia já algo planejado por ele, de forma que ele ainda se mantem firme e escuta atento sem sequer responder ao rebelde em quanto é questionado sobre Mack, mas ao escutar que tudo seria realmente derrubar e que destaque o interesse maior pelo monge o colocou em um leve espanto, porem tentava se segurar e manter-se firme para não estragar em si o disfarce também.

Logo é possível ouvir os barulhos e nisso os dois olham para o lado escuro da escada na direção do som, quando o rebelde coloca a mão na espada, o monge disfarçado parece perceber que ele esta com medo de ir lá ver, logo em seguida coloca a sua própria mão sobre a mão do rebelde sobrepondo também sobre a espada.

- Já não ah mais tempo! E com esses tremores os outros la em baixo estão todos soltos, não conseguiríamos chegar até lá agora.

Logo depois remove a mão sobre a mão e espada do rebelde.

- Vamos sair logo daqui!

Ele espera por um leve estante a reação e resposta do rebelde, possivelmente aguardando ele ir para saída para sair, pois não saberia onde é a saída, mas ao mesmo tempo era nítido que estava preparado para um negativa, pois ali já se fechava as mãos pronta para uma luta que poderia ser na quele mesmo estante contra este rebelde ou contra qualquer um que impeça a saída dos dois.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Qua Maio 17 2017, 15:42

Considerações Off:

Bom, conforme previsto, vamos a continuação da terceira visão (capítulo) do projeto literário. 


Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

Era quase paupável o nervosismo do rebelde que descia as escadas enquanto este era interpelado pelo monge fugitivo. O gesto simples de Shimatsu impedia que o gorgronista sacasse a espada curta, mas este continuava olhando assustado para a escuridão do andar inferior, onde se questionava o que estava acontecendo. Ao ouvir sobre abandonar os prisioneiros à própria sorte, ele ficava ainda mais nervoso, olhando incrédulo para o monge disfarçado.

- Não teme pela sua vida??? Se a gente deixar o monge morrer soterrado aqui, o pai dele vai nos escalpelar vivos e torturar mais do que fizeram com o maldito Rei Negro, que a alma do maldito queime no inferlis.

Ele falava extremamente rápido e desesperdo, ao contrário dos gestos calmos e precisos de Shimatsu. Estava realmente inclinado a fugir dali, enquanto os tremores persistiam, abalando todas as estruturas da masmorra. As rachaduras aumentavam rapidamente, enquanto alguns pequenos blocos de terra se desprendiam do teto, caindo sobre a dupla nas escadas. Apesar de gorgronista, o soldado não apresentava as deformações físicas comuns a daqueles seguidores mais antigos da ideologia, descendentes dos sobreviventes do periodo colonial. Provavelmente se tratava de algum morador da capital ou de Silleth que acabou abraçando a ideologia dos revoltosos após a rebelião que levou fim à Dinastia Fortereal e o domínio clifista em Godnyr. Suas palavras reforçavam minha teoria.

- Temos que ajudar Mack a libertar o monge e trazê-lo conosco antes que tudo desabe. Aquele anão é louco, e Heltor pior ainda!

(Continue a partir daqui, Dérik)

Informações Complementares:


- Seguindo a programação semanal, vamos deixar a continuação prevista pra Quarta-Feira, dia 24 de Maio.

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Qui Maio 18 2017, 00:24

Ao ouvir sobre seu pai o monge ainda disfarçado aparente que vem a se surpreender, pois acaba dando um passo para traz e estresa realmente uma feição de espanto, como se questionasse algo.
Logo ao que alguns blocos de terra se desprende do teto e caiem, a expressão do monge volta a de antes ficando frio novamente.

-Não temos tempo de lutar contra todos os prisioneiros libertos, Mack já deve ter libertado o monge e ido por outro caminho evitando os prisioneiros... - Ele para por um estante olhando para baixo e volta a falar bem alto - ... Então vamos logo sair da qui, o lugar ira a baixo!!

Parecia que tinha feito de forma para chamar a atenção dos homens e prisioneiros que lá em baixo estavam, ou somente concluir e convencer esse rebelde a ir em bora. Em seguida ele olga para o rebelde e fala de forma normal novamente.

- Agora temos de sair, os prisioneiros tentaram subir por aqui, o que ira abrir caminho para Mack. Vamos em bora ou vamos descer e lutar de uma vez.

Ele sobre um degrau em quanto ao mesmo tempo já segura em sua espada ainda em banhada esperando a resposta, para possivelmente seguir o homem em direção a saída, que realmente não saberia onde era o caminho.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Qui Maio 25 2017, 16:29

Considerações Off:

Bom, conforme previsto, vamos a continuação da terceira visão (capítulo) do projeto literário. 


Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

Aparentemente, o monge ficava tão surpreso quanto eu sobre aquela revelação que poderia ajudá-lo a descobrir mais sobre a origem de seus pais. O gorgronista continuava indeciso por alguns instantes antes de dar de ombros, abandonando de vez a espada quieta na bainha e olhando ao redor, onde as paredes começavam a cair em grandes blocos. Tudo viria abaixo muito rápido. Ele acenava positivamente com a cabeça para o monge disfarçado e logo se voltava para subir as escadas para fora do caos que dominava as masmorras. Pelos gritos dos prisioneiros lá embaixo, estes fugiriam para cima logo diante do risco de desmoronamento iminente. As escadarias subiam em espiral, com alguns trechos completamente escuros pois as tochas em seus suportes haviam caído das paredes com os tremores de terra. Gritos vinham subindo as escadas logo atrás da dupla, assim como pareciam dominar o andar acima. Uma janela na escadaria revelava que haviam chegado ao nível do solo, e logo chegavam num salão amplo e abandonado, com pedaços das pilastras caídos, assim como grande parte do teto. Os tremores não paravam, arriscando por abaixo todo o palácio.

- Vamos para a rua! Eles disseram que o anão ia derrubar tudo, e pelo visto não estavam de brincadeira!

Enquanto corriam através de cômodos e corredores em direção a saída do palácio, era notável que todo o lugar havia sido saqueado e estava abandonado. Não havia sinal dos gorgronistas em lugar algum. Após alguns instantes de tensão em meio à construção que ruía, Shimatsu e o soldado gorgronista chegavam à liberdade, onde uma multidão aguardava assistindo o palácio prestes a ser demolido. A população de Godnyr se aglomerava numa distância considerada segura e bradavam em comemoração aos dois que conseguia deixam o palácio, e apenas os primeiros prisioneiros conseguiam alcançar a liberdade pouco atrás de Shimatsu quando finalmente a expressão de alegria e os gritos de comemoração pelos prisioneiros se transformavam num silêncio sinistro e rostos repletos de pavor quando subitamente todo o palácio desmoronou sobre os últimos prisioneiros. O simbolo máximo da monarquia clifista em Túrion estava no chão...

- Eles fizeram mesmo... - O gorgronista que havia escapado com Shimatsu estava tão perplexo quanto a população ao redor, os prisioneiros que haviam escapado olhavam embasbacados também para as ruínas expostas após a poeira baixar. Alguns lamentavam por algum conhecido que não escapou a tempo. Outros respiravam aliviados. Não havia sinal de outros guardas gorgronistas nos arredores.

(Continue a partir daqui, Dérik)

Informações Complementares:


- Seguindo a programação semanal, vamos deixar a continuação prevista pra Quarta-Feira, dia 31 de Maio.

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Qui Maio 25 2017, 20:15

Era de fato surpreendente tudo estava caindo, um palácio inteiro, mas finalmente estava livres, por um estante pararia que o monge estava aliviado tanto por ele e o guarda quanto pelos outros prisioneiros que conseguiram se salvar também, agora todos estavam numa distancia segura, da prisão onde firam longe do palácio caido, aparentemente não havia mais perigo e assim Shimatsu respirando meio ofegante apos a corrida e o susto volta a se compor, ainda com o disfarce ele olha em direção ao guarda que sairá junto com ele.

-Tudo realmente foi destruído... Precisamos falar...

Logo depois ele segura nas vestes do guarda e o puxa afastado um pouco mais dos outros para um lado onde não seriam visto conversando. depois de afastado ele olha ao redor e depois volta de forma seria para o guarda, parecendo até um pouco intimidador do jeito que olha para o sujeito.

-Me conte tudo que sabe sobre o pai do monge, depois sobre o Heltor. E não esqueça nenhum detalhe.

Neste momento ele coloca a mão esquerda sobre a sua espada esperando a resposta do homem, parecia pronto realmente para matar apesar de ser um monge, porem apos a recusa do homem iniciar a falar por um estante ele o agarra no colarinho praticante agarrando seu pescoço, aguardando respostas, mostrando um logo adora mais agressivo comparado ao que nesse pequeno tempo foi possível ver.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Sab Maio 27 2017, 14:22

Considerações Off:

Bom, conforme previsto, vamos antecipar a continuação da terceira visão (capítulo) do projeto literário. 


Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

Logo após a queda do palácio, os tremores paravam completamente e as pessoas que assistiam apreensivas começavam a se espalhar. Algo que chamava atenção do monge era que a quantidade de pessoas visíveis pelas ruas da cidade era muito pequena, e os que estavam por ali tinham a aparência cansada, debilitada, doente. Um cheiro ruim parecia dominar todo o ambiente e uma carroça cruzava as ruas de Godnyr carregando o que pareciam corpos enegrecidos em direção ao portão norte da cidade. O soldado gorgronista nada comentava aquele respeito, mas também observava a carroça se afastar enquanto Shimatsu o puxava para longe de ouvidos curiosos. Os prisioneiros que haviam escapado logo se misturavam à população, temendo serem capturados novamente, mas não havia quaisquer soldados à vista.


- Não ouviu os rumores? Desde que aquele monge veio parar nas masmorras dizem as más línguas que ele é filho do próprio Heltor. Mas, espera aí... esses olhos? Você??? - Assustado, o soldado gorgronista tentava se livrar do aperto do monge próximo ao seu pescoço, ele segurava o braço de Shimatsu com as duas mãos, tentando se afastar. Ninguém ao redor parecia se importar com aquela cena, e na verdade havia tão poucas pessoas pelas ruas. A cidade parecia quase completamente abandonada.

(Continue a partir daqui, Dérik)

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- Seguindo a programação semanal, vamos deixar a continuação prevista pra Quarta-Feira, dia 07 de Maio.

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Seg Jun 05 2017, 13:12

Conforme o rebelde iria falando o monge vinha se mantendo ainda com a mesma face mais agressiva, mas ao ouvir dos olhos ele olha rapidamente com espanto, como se não esperasse algo, ao mesmo tempo o rebelde segurava o braço de Shimatsu com as duas mãos, tentando se afastar, rapidamente volta a ficar serio e segura ainda mais firme o homem para não deixa-lo escapar.

- Isso não faz mais diferença se sou eu ou não. Conte-me tudo logo sobre Heltor. O que teria se intrigante um filho deste homem?

Apesar do jeito que se encontrava serio e aparentemente enfurecido, era certo afirmar que sua curiosidade pela situação era bem alta e que estaria atrás de respostas, como se precisasse preencher algo de sua própria historia.
Ele esculta mais um pouco do homem para entender, mas também evita que o mesmo fuja ou que tente buscar ajuda de alguém, depois de mais um tempo ele parece afrouxar a mão que segura o homem, parecendo que agora iria solta-lo.

- Então Heltor pertence ao mesmo grupo que você e os outros guardas que estavam na quela prisão? Se Heltor busca tanto seu filho, por que prenderia alguém que poderia ser realmente ele?

Apesar de a mão que segurava o rebelde estar mais frouxa, o monge aparenta estar com a mão sobre a espada de forma que aparenta que poderia desembainha-la a qualquer momento.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Seg Jun 05 2017, 15:18

Considerações Off:

Bom, jah que estamos com tudo ok, vamos antecipar a continuação da terceira visão (capítulo) do projeto literário. 


Vamos ao jogo:

Terceira Visão - Shimatsu

O Prisioneiro

- Não sabe sobre Heltor? Ele é o chefe gorgronista que liderou a rebelião e matou o Rei Negro! Dizem que ele descende da própria Devoradora de Almas, e se você for mesmo filho dele... seus olhos provam que o sangue da dragoa ainda vive!

O homem tentava novamente num esforço frustrado se livrar do aperto do monge, que apesar de não ser um homem grande parecia ter uma força sobre-humana. Somente após ouvir as respostas, Shimatsu libertava o gorgronista, que passava a mão junto ao pescoço enquanto tentava se recompor. Aquele soldado provavelmente era muito diferente do que o monge poderia esperar de um gorgronista, que as lendas contavam serem guerreiros selvagens vindos de uma cultura quase tribal de seguidores da antiga dragoa que governou a região onde hoje fica o Reino de Túrion. O soldado era fraco, assustado e se intimidava fácil diante do meio-dragão.

- Não entendo nada dos movimentos de Heltor ou de seu braço direito, o anão. Aparentemente abandonaram a cidade por causa da praga, e destruíram o palácio real! Imaginava que fossem ficar e lutar. Defender a cidade. Mas não, dizem que estão fugindo para a província de Esgares! Me mandaram chamar o Mack e soltar o mong... quer dizer... você, para que não morresse soterrado. Temos que abandonar Godnyr o quanto antes. A praga está se espalhando rápido demais...

Ele olhava ao redor, e de fato a cidade parecia decadente. Poucas pessoas se aventuravam pelas ruas e as que o faziam estavam abatidas, algumas tossiam constantemente e tinham a pele escurecida. Shimatsu não parecia ter sido contaminado ainda, ou pelo menos não demonstrava nenhum sintoma. O soldado gorgronista também não, mas este parecia assustado e ansioso por seguir o restante dos rebeldes e seguir em direção a Esgares.


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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Qua Jun 14 2017, 13:12

Shimatsu escuta atentamente cada palavra que o gorgronista lhe dizia, sua espremerão se mantam de serio, mas ainda sim dava para notar um ar leve de preocupação ou mesmo de tensão sobre as menções de que Heltor seria seu pai descende da própria Devoradora de Almas, sendo seus olhos uma das provas mais concretas. Em sua mente provável passava diversas ideias e situações, e assim ele fica até a menção da praga onde parece que ele volta a manter sua compostura de alguém possivelmente frio, mas por um estante olha para baixo.

- Realmente temos de partir... - Ele vai levantando os olhos e continua - ... Mas o melhor seria encontra algo que parre essa praga, para isso primeiro temos que sair. Não conte a ninguém que eu sou o monge e vamos para a província de Esgares.

Assim ele levemente junta as mãos, cruzando-as sobre seu peito para começar a sair de onde seria Godnyr, viajando em direção de Esgares, mas ia deixando o rebelde ir guiando seu caminho parecendo que Shimatsu não conhecia muito os caminho.
Em meio a viagem o monge pede desculpa sobre sua forma agressiva de abordagem e pergunta o nome do gorgronista, mesmo sem saber se esta sendo enganado ou mesmo depois de ter ficado preso não parecia que ele mantem seu espirito forte e determinado.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Seg Jun 19 2017, 10:07

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Bom, vamos para continuação da terceira visão (capítulo) do projeto literário. 


Vamos ao jogo:

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O Prisioneiro

A medida que a dupla caminhava pelas ruas de Godnyr em busca de um dos portões da cidade, percebiam nitidamente a decadência que a guerra levava ao reino. Um homem velho vestido em trapos e com panos cobrindo a boca e nariz arrastava com esforço uma carroça onde jaziam pelo menos meia dúzia de mortos. Seus corpos cinzentos atraiam uma nuvem de insetos e as poucas pessoas visíveis na rua cobriam o rosto com as mãos na tentativa de evitar a contaminação.

- A praga surgiu da noite pro dia. Os contaminados morrem em poucas horas. Acho que por isso os gorgronistas abandonaram a cidade à própria sorte. Somado aos boatos da aproximação de uma horda selvagem clifista vinda de Volkan, e uma verdadeira legião de mortos-vivos marilistas vindo de Lumnar. Os dois exércitos devem se matar pelo trono... quer dizer, pelo que sobrou do trono, do palácio e da cidade...

A muralha norte da cidade surgia aos poucos no final de uma avenida pavimentada com pedras. Algo chamava a atenção, pilhagens. Sem os gorgronistas, a cidade era deixada sem governo e sem soldados. A população começava a saquear o que encontrava pela frente, e muitos estavam aglomerados diante do portão norte, onde outros tentavam evitar que abandonassem a cidade.

- Vocês estão loucos!? Aqui enfrentamos a praga, lá fora seríamos massacrados por marilistas. Nada nos garante que chegaríamos em segurança até a proteção de Lady Salazar!

O soldado gorgronista junto do monge parava de caminhar um pouco antes de chegar no tumulto do portão.

- Me chamo Edmur. Nasci aqui mesmo em Godnyr antes da rebelião gorgronista. Me juntei ao exército deles quando começaram a recrutar na cidade, e a massacrar quem oferecesse resistência ao governo deles. Para chegarmos a Esgares precisamos conseguir abandonar a cidade. E lá fora evitar os exércitos marilistas e gorgronistas... a menos que queira que eu te leve até Heltor e os rebeldes. Eles devem dizimar Esgares...

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Qua Jun 21 2017, 08:33

Com forme iria andando o monge também ia observando a cidade, era visível em seus olhos que se entristecia ao ver o estado que as pessoas estavam, porem o resto de sua face continua despreciava como se tivesse tentando ser forte emocionalmente.
-E quem lideraria uma horda selvagem clifista e uma legião de mortos-vivos marilistas? E tudo lutando por causa do trono e no final que esta sofrendo é o povo.

Caminhando mais um pouco observando as loucuras que vinha ocorrendo na cidade, pilhagens carregamento de corpos de pessoas que já se foram com a prega, logo então os dois param e o monge escuta atentamente o homem.

-Muito prazer Edmur, meu nome é Shimatsu. Apesar de estar meio declinado a conhecer Heltor do qual pode via a ser um parente, também não parece ser uma boa ideia no momento, então melhor evitarmos ele e os exércitos, Esgares ira virar ruínas pelo que parece...

Por um estante parecia que Shimatsu ficava com um olhar vago como se estivesse lembrando-se de algo ou pensando em algo distante, talvez até sobre o que falou e pensar que sobre o encontro com Heltor e os rebeldes o joguem novamente numa prisão, logo volta a olhar em direção de Edmur.

- Então, vamos sair dessa cidade. Melhor evitarmos a multidão que deve se encontra no portão, talvez um caminho lateral pelos próprios muros, no momento a cidade sem soldados não seria problema. Ou pelo portão mesmo passando pelas pessoas que barram a saída. Qual acharia melhor?

Aparentemente o monge nunca havia tido uma experiência assim, além de já ter saído de uma prisão, de forma que provavelmente não tinha ideia de como ter de sair da aquela cidade, e como Edmur falara que nasceram em Godnyr talvez conhecesse melhor a cidade.

- Mas antes de sairmos, quando fui levado para a aquela cela, foi tirado de mim Um livro cinza de aparência comum, Um pequeno colar feito com uma pedra verde e Um bracelete com formato de um dragão. Saberia onde teriam guardado ou levado? Não posso partir sem isso.
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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Nathan em Sex Jun 23 2017, 09:14

Considerações Off:

Bom, vamos para continuação da terceira visão (capítulo) do projeto literário. 


Vamos ao jogo:

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A dupla seguia em sua conversa enquanto observavam o caos que cada vez mais tomava conta da cidade...

- Parece que a regente clifista da província de Volkan conseguiu reunir as diversas tribos num grande exército selvagem que vem para retomar a cidade e tentar restabelecer a paz. Marilistas devem querer se aproveitar do caos para tomar o reino para si e aumentar sua influência ideológica.

Ao ouvir sobre as ultimas perguntas de Shimatsu, o soldado de Godnyr, que cada vez menos parecia ser realmente gorgronista continuava suas respostas.

- Conheço uma ou outra rota para abandonar a cidade, até mesmo roubando um barco para tentar chegar ao norte do continente antes do exército gorgronista. Sobre seus pertences, acredito que ou ficaram sob os escombros do castelo, ou com o Rei Negro.

Edmur para, olhando o tumulto no portão norte, e desviando o olhar para o sul, na direção do porto. E depois para as ruínas do castelo, que não havia sido demolido por inteiro, mas grande parte.

- O que acha melhor tentar fazer primeiro?

(Continue a partir daqui, Dérik)

Informações Complementares:


- Como informei no grupo, vou viajar até dia 10 de Julho. Pretendo responder uma vez por semana até lá para não deixar os jogos parados, mas não prometo. Tente responder normalmente como se eu fosse responder na semana que vem.

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Re: Terceira Visão - O Prisioneiro

Mensagem por Shimatsu em Seg Jun 26 2017, 14:45

O monge pensa por alguns estantes em quanto estão parados, olha em direção as ruínas do castelo.

- Não posso sair sem aqueles pertences, preciso voltar às ruínas, sei q se eles ficaram lá não teriam sido perdidos e tenho que encontra-los. Não vou lhe segurar se quiser partir da cidade, você realmente é uma boa pessoa e realmente agradeço tudo até aqui, apesar de que também não reclamaria de uma ajudinha para procurar os pertences nas ruínas.

Neste momento finalmente o monge apresenta pela primeira vez ali um sorriso em seu rosto.

- Aproposito ainda não sei seu nome, meu nome é Shimatsu. E qual o seu?

Shimatsu aguardava a resposta e então voltava a ficar com sua expressão anterior olhando em direção as ruínas, ali seria uma difícil tarefa para encontra qualquer coisa, mas sabia que seus pertences não seriam perdidos e não poderia abandonar eles, possivelmente teria alguma ligação sentimental com seu passado para estar tão determinado e recuperar tais pertences.
Logo agradece novamente tudo a seu aparentemente novo amigo e começa a caminhar em direção as ruínas, e de certa forma parecia que gostaria que o soldado de Godnyr o acompanhasse.
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