Sexta Visão - O Tesouro Perdido

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Sexta Visão - O Tesouro Perdido

Mensagem por Nathan em Seg Jun 19 2017, 10:44

Considerações Off:

Marília, começamos aqui sua participação no "O Legado do Rei Negro".

Conforme anunciado, este capítulo (visão) será a sexta do volume 1 do
projeto literário.

Note que, a partir de agora, já colocarei a narrativa em primeira pessoa, com o venirista descrevendo toda a cena. Ou seja, quando houver algo que ele não vir, colocarei, no final do post, como informações complementares. Isso será feito para facilitar a edição do livro, assim como os demais processos que colocarei abaixo.

Peço que não formate o texto com cores. Caso expresse algum pensamento, coloque em itálico. Quando falar, coloque um travessão. Para criar o turno, é necessário um mínimo de 1.000 caracteres.

Lembrem-se: o Venirista expressa nas transcrições das visões do sinkrorbe aquilo que ele vê, ou deduz que as personagens estão pensando ou sentindo. Portanto, quanto mais claro isso ficar nas suas ações, melhor. Lembre, também, de revisar o texto depois de escrever o turno, preferencialmente com a ajuda de um corretor ortográfico e gramatical. Isso é muito importante.

Minha previsão inicial é de uma postagem semanal, tentarei fazer a continuação até a Quinta-Feira, dia 29 de Junho.

Vamos ao jogo:


Sexta Visão - Luxanna


O Tesouro Perdido

Após reunir informação suficiente sobre o covil da Devoradora de Almas, Luxanna havia abandonado Godnyr e deixado Shimatsu no cativeiro, prisioneiro dos gorgronistas e de Heltor, que acreditava ser o pai do meio-dragão. Rumores de guerra se espalhava rapidamente pelo reino e a mercenária ouvia boatos diversos. Sobre uma legião de mortos-vivos abandonando a Floresta de Luviah sob comando marilista, assim como uma horda como nunca vista se reunindo sob o estandarte clifista nas Estepes Arenosas da província de Volkan.

Seu destino, entretanto, ignorava completamente a guerra e esses locais tumultuados. Luxanna seguia as trilhas sinuosas que subiam a Cordilheira das Cascatas e levavam ao vilarejo de Tinto, onde seu aliado de longa data, Gish, a aguardava para por em prática a missão de suas vidas. Através de um ritual simples, Gish mantinha a identidade de Lux em segredo, evitando que a mercenária fosse reconhecida por qualquer monge do santuário de Tinto. Neste momento, os dois rimertistas se encontravam no quarto de uma das pequenas hospedagens existentes em Tinto, que serviam de ponto de descanso para viajantes que faziam a longa peregrinação para visitar o Santuário.

- Você tem certeza? Não vejo problema nenhum em manter vigília e cuidar de você aqui. Mas quem vai te ajudar lá embaixo? Sabe lá o que existe no covil da dragoa. Por mais que você esteja em forma astral, a gorgronista era uma poderosíssima Seitokan, então pode haver dezenas de espíritos errantes ou outros perigos no plano cynblarkino. Tem certeza que não há outro jeito de nós irmos lá juntos... no plano metonyano?

Aquelas palavras confirmavam os boatos do esconderijo da dragoa ter sido inundado no plano metonyano, estando há décadas oculto sob o lago que circulava o vilarejo de Tinto. De fato, era um risco sem tamanho para a rimertista descer até lá se utilizando de alguma espécie de projeção astral, técnica que exige um grande domínio do den Seitokan. Mas talvez realmente não houvesse outro jeito dos mercenários chegarem ao lendário tesouro da Devoradora de Almas.

(Continue a partir daqui, Marília)




Informações Complementares:

- A princípio minhas postagens não serão tão extensas, mas como esta foi a primeira, precisava de toda uma introdução. O ideal é a gente se manter na média de 1.000 caracteres, que é uma quantidade tranquila para ler e também pra transmitir a ideia geral da cena.

- Qualquer dúvida ou informação complementar que você achar útil para sua ação, pode me chamar no privado do Whats.

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Re: Sexta Visão - O Tesouro Perdido

Mensagem por Luxanna em Dom Jul 23 2017, 16:20

A garota notou o olhar preocupado de seu aliado. Ela desviou o olhar para a cama, onde deixaria seu corpo enquanto sairia em projeção astral, e soltou um longo suspiro. Era visível que também estava preocupada e percebia-se um certo nervosismo vindo da rimertista. Após alguns minutos considerando o que poderia acontecer, finalmente olha para Gish com firmeza no olhar:

- Sim. Eu não posso recuar agora depois de todo esse tempo. É imprevisível o que pode haver naquele covil, mas agora já é tarde demais. É preferível ir apenas eu nessa forma, porque caso aconteça algo, eu posso escapar mais facilmente. À principio, estou indo apenas investigar o que há de relevante para nós. Havendo algo, os planos serão outros.

Ela pausou o que estava falando, soltou mais um leve suspiro e começou a mexer no cabelo, enrolando algumas mechas no dedo e largando, fazendo isso várias vezes ininterruptamente.

- No pior dos casos, a perda é só uma. Mas não vamos pensar no pior. Pense bem, podemos descobrir muito tesouros lá. Pois então, já está tudo certo? Já estou ansiosa para ir e não quero perder mais tempo.

Então, se dirigiu à cama e sentou-se. Demorou mais alguns minutos preparando-se para o que poderia vir, olhou para o aliado e fez sinal de positivo.
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Re: Sexta Visão - O Tesouro Perdido

Mensagem por Nathan em Seg Jul 24 2017, 10:57

Considerações Off:

Conforme previsto, vamos continuar com o sexto capítulo (visão) do
projeto literário.

Vamos ao jogo:


Sexta Visão - Luxanna


O Tesouro Perdido

A monge rimertista parecia realmente determinada a continuar com sua missão, independente dos riscos que poderiam existir no covil abandonado. Seu aliado, o ilusionista conhecido apenas como Gish, não se esforçava em ocultar a preocupação em seu rosto, enquanto acompanhava os movimentos da garota em direção à cama, onde esta entraria no transe para que seu espírito deixasse o plano metonyano (físico) para vagar em direção ao covil através do plano cymblarkino (espiritual).

- Eu entendo. Ninguém melhor para este trabalho... Só evite riscos além do necessário. Não saberia dizer qual dos planos seria o mais perigoso lá embaixo.

Ele espiava brevemente pela janela do quarto, enquanto Luxanna se preparava para dar início à concentração e meditação necessárias para a projeção astral.

- Vou manter seu corpo oculto a qualquer olhar curioso, e permanecerei aqui em vigília. Boa sorte lá embaixo.

Ele fazia um breve movimento positivo com a cabeça, indicando que estava tudo pronto. Gish usava o roupão característico dos monges de Tinto, em tom verde bem claro e amarrado à cintura por uma faixa simples. Assim como os Emylistas do santuário, Gish não usava muitos adornos ou tinha grandes pertences, o cabelo estava raspado, como sempre o foi desde a infância, quando os dois chegaram de Esgares para viver no vilarejo de Tinto.

Ao iniciar o transe, o corpo de Luxanna começava a emitir um forte brilho cinzento, e um som forte, fino, causava certo desconforto no monge que permanecia de pé junto à janela do quarto. Este levava brevemente as mãos aos ouvidos para abafar o mesmo, mas logo o ruído diminuía, e Gish caminhava em direção à porta, certificando-se de estar bem trancada.

Então, uma espécie de sombra negra começava a deixar o corpo da monge deitada na cama, que estava envolto em luz cinzenta de energia cymblarkina. A sombra cobria rapidamente o chão e as paredes, atingindo o teto do quarto e em poucos instantes levando todo o cômodo para a completa escuridão. A única coisa visível no quarto agora era o corpo de Luxanna, que continuava emitindo o brilho cinzento. Então, os olhos da monge se abriam, ao passo que a escuridão que dominava o ambiente parecia perder força, revelando traços do quarto.

Não havia qualquer sinal de Gish, e tudo estava borrado, desbotado e desprovido de cores. Era como se a monge estivesse numa distorção do próprio quarto. Um reflexo distorcido do local onde ela estivera momentos antes. Não havia qualquer movimento no interior do quarto e à medida que Luxanna parecia se acostumar com aquele ambiente anormal, um som estranhamente conhecido chamava sua atenção através da janela entreaberta. Lá fora, uma espécie de procissão estava em andamento.

Meia dúzia de espíritos cinzentos, compostos de puro cymblarkin vagavam em uma coluna, alinhados, quase como cópias uns dos outros. Entoavam uma espécie de mantra em algum idioma à muito esquecido. Inicialmente, aqueles espíritos poderiam ser confundidos com monges normais do santuário de Tinto, mas então grandes asas cinzentas se abriam nas costas dos mesmos e eles se espalhavam ganhando os céus do vilarejo sombrio. Artanins (anjos) não eram comuns em Túrion, então, naquele lugar, aqueles espíritos deviam pertecer a ajargs, os homens-pássaro que habitaram a região por séculos, fiés à dragoa gorgronista.

(Continue a partir daqui, Marília)


Informações Complementares:

- Realmente muito boa primeira postagem, manter assim que vai ficar show.

- Previsão de continuação para a Quinta-Feira, dia 03 de Agosto. Mas conforme expliquei no Sábado, quero acelerar o máximo possível do jogo durante essa semana, então quanto antes você conseguir responder, eu tento continuar logo.

- Qualquer dúvida ou informação complementar que você achar útil para sua ação, pode me chamar no privado do Whats.

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