(Conto) A Ordem Obsidiana

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Re: (Conto) A Ordem Obsidiana

Mensagem por Aerhox em Qui Out 05 2017, 19:45

O meliof terminou sua apresentação e se pôs a ouvir Gross. Já estava puxando o capuz e colocando um pano na face quando ouviu os lobos. Por instinto levou a mão esquerda a sua arma que guardava nas costas. Encaixou os dedos na guarda em forma de meia-lua e adotou uma postura atenciosa. Ele enfim disse:

- Ficar parado e montar acampamento pode nos deixar cercados de lobos. É mais prudente seguirmos rumo a reunião. Em fila, comigo na retaguarda e Lady Liliel na dianteira. Nossa audição vai nos ajudar. Irmão Hirlun nos céus também poderia nos ajudar e também averiguar o paradeiro da fada. Claro, é só uma sugestão, companheiros.

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Re: (Conto) A Ordem Obsidiana

Mensagem por Kannon em Qui Out 05 2017, 23:41

Guarda o cantil vazio na mochila enquanto escuta Aerhox.

– Você tem razão, a ideia de ficarmos acampados no território deles a noite não trás muita segurança principalmente após o grito do senhor Gross. É bem provável que algum animal venha nessa direção, mesmo que tenha uma boa fogueira e normalmente animais selvagens ficam afastados com medo do fogo. Acampar aqui seria se arriscar um pouco.

Se agacha, tira uma tocha preparada da mochila e começa a acende-la com a sua pederneira.

– Se me permitir dar uma sugestão, se eu fosse vocês não andariam em fila pela floresta, mas formando um círculo pequeno para não deixar pontos cegos com o senhor Gross na frente e a grakan na retaguarda para dificultar o trabalho dos lobos em pega-los separadamente na escuridão.

Da uma rápida olhada para as roupas do elfo celeste e continua a falar.

– A não ser que os elfos consigam enxergar no escuro e consiga identificar uma pequena fada dos céus, não vejo como ele poderia ajudar dessa forma. Caso não esteja enganado, ele será mais útil manipulando o fogo pelo caminho. É apenas a minha opinião, podem levar em consideração ou não.

Ao acender a tocha a segura com a mão esquerda e coloca a outra mão dentro capa segurando o cabo da sua espada.


– Eu irei atrás de Araya. – olha para Gross de forma séria. - Já que a sugestão dela ir investigar os barulhos foi minha, devo assumir a responsabilidade para que nada aconteça com ela. Assim que eu a encontrar, nós encaminharemos para o ponto de encontro.


Última edição por Kannon em Ter Out 10 2017, 14:35, editado 1 vez(es)

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Re: (Conto) A Ordem Obsidiana

Mensagem por Naala em Dom Out 08 2017, 23:27

— Como se atreve a duvidar de mim, criatura minúscula? — indagou Hegoras, revoltado. — É claro que posso responder a uma pergunta direta! Só tenho bons motivos para não fazer isso!

O pequeno feérico fazia uma careta de deboche enquanto ouvia a figura do gênio falar, imitando os movimentos dos lábios do mesmo enquanto ele falava e revirando os olhos. Estava claro como água que aquele ser ia liberar informações preciosas de maneira quase infantil, bastava um leve puxão na direção certa. 

Ragnil arqueou as sobrancelhas num piscar de olhos. Concordava com o gênio. 
— Pergunte ao seu mestre! Todas as vezes que ele seguiu meus conselhos, sempre foi levado a conquistas poderosas. 
— Nem todas — interrompeu Ragnil, sem tirar os olhos do livro.

Naala segurou uma gargalhada na hora em que seu mestre falara. Realmente, o episódio ao qual Ragnil se referia foi no mínimo... hilário... para quem ouvisse, lógico.

— Isso, sim, é uma mentira! — o rosto do gênio se virou para o elfo. — Diga um mísero evento em que não foi útil? 
— Quer que eu comente sobre o lugar que chamou de casa do amor, onde aquela que me completaria pelos próximos séculos estaria me esperando para me completar por noites incontáveis? 
Hegoras emudeceu e se voltou para Naala, tergiversando. 
— Pois bem, se quer perguntar algo, que seja logo! Mal nos conhecemos e eu já te odeio muito! 
— Toda essa sinceridade o encerrou nesta ânfora, Hegoras — disse Ragnil. — Lembre-se disso. 
O gênio engoliu seco. Se é que isso era possível.

Nesse momento, Naala não se segura mais e solta uma risada abafada com uma das mãos, apontando para Hegoras com um olhar malévolo. Depois de alguns segundos, ele respira profundamente e volta a circundar a cânfora do gênio passando o dedo indicador pela borda da mesma enquanto andava.
— Hummmmmm.... Então o todo poderoso e sapiente Hegoras, que possui o sopro quente emitido pelo próprio Marilis, não responde perguntas diretas porque tem bons motivos pra isso... pra mim, isso é o mesmo que dizer que você é uma farsa que não sabe de nada, torcendo para que essa baboseira que você diz de alguma maneira faça sentido antes de você voltar a ser chamado e tenha que dar explicações.
O pequeno ser para de maneira impetuosa e desafiante na frente do gênio, afrontando o mesmo e erguendo a mão lentamente.
— Você vai me responder tudo que eu perguntar, não é...
Um novo sorriso aparece nos lábios do fada.
— Eu e meu mestre queremos saber sobre o sinkra. Você tem um acordo com ele onde só pode dar pistas, o que é terrivelmente conveniente para você, pois nos torna dependentes do que você tem a dizer, sendo balela ou não. Mas agora quem pergunta sou eu. O que você pode me dizer, diretamente, sobre o sinkra e sua localização?
Um olhar mais sério do fada surgia, ao mesmo tempo em que seu costumeiro sorriso desaparecia e ele cruzava os braços.
— Lembre-se, você não tem um acordo desses comigo, mas nada que não possa ser... negociável.
Ele observava a reação da face gasosa de Hegoras procurando um sinal de fraqueza que o incomodasse mais do que já havia feito.

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Re: (Conto) A Ordem Obsidiana

Mensagem por Liliel em Seg Out 09 2017, 18:00

Ao chegar no local, deu um passo para o lado, saindo do campo de visão das asas para assim iniciar um contato visual com os seus novos companheiros, como não recebeu uma resposta de Hirlun, voltou sua atenção para os presentes. Só conhecia Hirlun e Gross de reuniões passadas. 
Em seguida recebeu de maneira amistosa a apresentação.

- Saudações irmão, Lenfaej. É uma honra compartilhar a amplitude desta experiência do caminho do equilibro a vossa companhia. Sou Liliel. 

Respondeu de forma instruído, mas momentâneo ao se apresentar o que era comum quando se tratava de si. Em seguida ouviu a voz impaciente de Gross a se queixar, assim não dando a oportunidade do outro rapaz fazer o mesmo. 
Cruzou os braços sem alterar sua expressão serena, não sabia o que aconteceu antes da sua chegada mas via que faltava mais alguém, fechou o cenho ao ouvi-lo gritar pelo caminho, o comportamento de Gross era alarmante e suficiente para receber um corretivo da mesma. 

- Hey, Gross! Recomponha seu equilíbrio interno. Caso esqueceu que todos nós devemos ser cautelosos e evitar chamar atenção durante o encontro? Estas nos denunciando, cabeça dura!

Apesar de falar em um tom baixo era firme, com aquele comportamento irracional estava pondo perder os esforços de todos, ser discreto era pedir demais para o mesmo. Ouviu em seguida a sugestão de Aerhox e Kannon. Ponderou a respeito e se manifestando olhando para um e depois para outro.

- Acho plausível continuar o percurso como o Sr. Lenfaej sugere, mas acho muito arriscado nos separar, lobos não costumam atacar sozinhos por isso devemos seguir juntos. A essa altura já devem saber nossa posição atual.

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Re: (Conto) A Ordem Obsidiana

Mensagem por Dotter Manen em Ter Out 10 2017, 23:45

Off: Quando pensei nas flores que a Dotter colhia imaginei algo menos vistoso e com pistilos que não passassem de meia dúzia como os lírios. Crisântemos tendem a ser flores de aparência mais exagerada e miolo tão cheio que não daria tanto trabalho assim em coletar.


On:


—Fadas? Que fadas?
Bufou irritada lançando um olhar impaciente para a irmã.

—Não há fadas nessas montanhas e sequer é noite para que os pirilampos apareçam.
O que deu em você hoje? Bateu a cabeça? Comeu cogumelos ou andou bisbilhotando as caixas da vovó novamente?

         —Ou nas minhas?
Preocupou-se ao lembrar o quanto a outra era curiosa sobre o herborismo, mas, em sua humilde opinião, não demonstrava um mínimo de habilidade para lidar com plantas.

Se virou para Dira quando ela falou sobre se tornar marilista e fez cara de quem concordava por alguns instantes.
— Só não diga isso na frente de ninguém ou nos tornaremos atração de arena para aqueles elfos, ou divertimento para o inquisidor. Mas não se sinta mal caso esteja querendo esganar nossa irmãzinha tanto quanto eu.
Sorria cansada. Sorriso que desaparecia no momento que notou a face da irmã empalidecer e a voz falhar.

Imediatamente se virou na direção que as outras duas indicavam. O lobo a sua frente a deixava sem palavras por um momento. Sabia que se o mesmo uivava era por não está sozinho. Se fosse um solitário já estaria na jugular de uma delas.
Queria chorar, correr, gritar, mas sabia que nada disso adiantaria.
— Cuide dela!
 
Inexperiente e desesperada só pensava em calar a boca daquele lobo o mais rápido possível. Sacou a adaga que levava presa a bota e deu dois passos a frente, mas ficou indecisa ao se dar conta que a posição do lobo era desfavorável para elas.

Se corresse em sua direção ele poderia pular em suas costas o que talvez lhe desse a chance de tentar esquivar e rasgar-lhe a barriga, mas ele também poderia saltar direto sobre as irmãs evitando qualquer golpe.

Sentiu o rosto úmido de suor e de lágrimas de pânico. Não tinha ideia do que fazer. Não se enfrentava os lobos. A orientação era sempre evita-los. Estava frustrada de ter farejado tanto e não ter percebido a aproximação.

Dira talvez notasse que os cabelos de Dotter ficavam mais volumosos e suas garras mais evidentes. A mais arisca das Manes estava perto de perder o controle e poderia entrar na forma feral a qualquer momento.

— Cala essa boca lobo sarnento!
Seu berro poderia atrair mais lobos tanto quanto os uivos da fera, mas ignorava esse fato. Tremia sem conseguir raciocinar, sentiu a mão pegajosa, mas considerando que agora seu suor dava aquela sensação a todo seu corpo acabou por não notar o leve brilho esmeralda que cobria o cabo e logo escorria pela rustica lâmina. As propriedades que absorvera por todo dia das plantas que a avó propositalmente lhe mandara colher lhe escapava por cada poro.


Seu den ainda selvagem poderia ser uma vantagem ou piorar ainda mais a situação. Tudo dependeria da reação do lobo ao sentir o cheiro perigoso vindo da majurk. Se enlouqueceria atacando ainda mais ferozmente ou se o instinto da espécie lhe guiaria a se afastar do cheiro da praga venenosa que brotavam ao primeiro sinal de degelo.


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Re: (Conto) A Ordem Obsidiana

Mensagem por Kannon em Qua Out 11 2017, 00:32

Kannon tenta, mas não consegue segurar o riso ao ouvir a elfa falar. Retira o capuz da cabeça e olha diretamente para a elfa.
 
—  Se realmente acredita que no disse e que não devemos separar o grupo, ótimo! Então me siga, pois não voltarei com minha palavra agora.  
 
Olha para todos desse grupo recém-formado com seriedade dos seus olhos de aparência maligna.
 
— Caso desejem me ajudar na busca, é só ir atrás devemos sair agora.
 
Saca a sua espada e começa o seu caminho em busca da fada.

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Re: (Conto) A Ordem Obsidiana

Mensagem por Hirlun Imlach em Qua Out 11 2017, 23:39

Hirlun observou a todos ali, e cumprimentou o melieof de longe, com um mero aceno de cabeça. Liliel chegou no momento seguinte, de trás de si, cumprimentando Aerhox. a ela sorriu e fez outro meneio de cabeça. Gross cortou rapidamente os cumprimentos, exatamente como o elfo alado pensou que ele faria. Riu brevemente com a mão no rosto, mas deixando escapar o olhar divertido.

Quando foi oferecida a água, antes que Hirlun pudesse se mexer, Gross lhe tomou a frente e tomou a água. Olhando para aquilo, Hirlun ficou quieto, e mais uma vez seguiu andando com os demais. Enquanto os demais conjecturavam sobre a continuidade da missão, Hirlun continuou olhando para o local, maravilhado com a natureza. Os elementos sempre o fascinaram, e por mais que dominasse a manipulação do fogo, ele queria aprender as demais. Queria ser um mestre dos elementos, para estar em comunhão com a natureza. Equilibrado com o mundo.

Enquanto os demais conversavam, Hirlun estava perdido em seus próprios pensamentos. No momento seguinte, Gross falou em acamparem ali, sem que falasse nada, mesmo que o uivo, que todos haviam ouvido em alto e bom som, e Kannon diz que vai buscar a fada perdida.

— Caro guerreiro, sei que urges em achar a companheira perdida, porém sugiro que coloquemos isto em pauta. Não adianta um só desgarrar-se do grupo em detrimento dos demais. Sei que sentes culpa por tê-la deixado ir, mas não adiantará de nada se nos separarmos neste momento fatídico.

Hirlun continua, virando-se para Aerhox.

— Irmão Lenfaej, sinto desapontá-lo, mas não enxergo tão bem assim no escuro. Talvez na penumbra, mas de perto. E uma criatura tão pequena quanto a fada passaria a mim despercebidamente. O que podemos fazer é, seguir juntamente ao irmão atrás da fada, atrasarmos um pouco nosso encontro com mestre Omaru e chegarmos incólumes, e todos juntos. Creio que ele há de entender que tentamos proteger uns aos outros caso note a ausência de nossa chegada de maneira prolongada.

E logo Hirlun voltou a mergulhar em silêncio. Era melhor ouvinte do que orador, e preferia se manter a parte das rusgas. Mas se manteve atento, pronto para manipular o fogo quando a situação melhor aprouvesse.

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A balança entre uma ideologia e outra é uma linha de pensamento... Então pense: Não é melhor se manter neutro no marisinkro e depois, somente depois, lutar para que tudo de bom seja restaurado?
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